Ranking: as 10 principais razões para solicitação de afastamento do trabalho

O levantamento dos dois últimos anos mostra que as causas anteriores à pandemia retornaram.

Após um longo período de pandemia, muitos casos de afastamento do trabalho não são mais ocasionados pela Covid-19. Segundo levantamento realizado em 2022 por empresas especializadas, outros fatores tomaram a frente da doença no ranking de motivos para afastamento do trabalho. Descubra quais são eles.

Casos de doenças no trabalho

No caso dos anos anteriores, a Covid-19 chegou a alcançar a quinta posição entre justificativas dos trabalhadores, mas o cenário mudou no ano passado.

Os dados publicados foram coletados em 14 empresas e envolvem mais de 364 mil funcionários. Todas as instituições eram brasileiras e ofereciam os mais diversos serviços. Para o cálculo, foram considerados empregados que tiveram o afastamento superior a 15 dias entre 2021 e 2022.

motivos para afastamento do trabalho
Fonte: Reprodução/Canva Pro

Sobre os resultados

No período, as lesões assumiram o topo do ranking de motivos para afastamento do emprego. A posição seguinte foi preenchida por limitação de movimentos, dor nas articulações e inflamações, seguida por distúrbios psíquicos e comportamentais.

Parte da baixa na ausência por Covid-19 é a cobertura vacinal ampla adotada em todo o país para diferentes faixas etárias. A população brasileira já recebeu até a quarta dose de vacina, que teve ampla aderência por parte dos cidadãos.

Por esse motivo, as causas mais comuns que antecediam o período de pandemia voltaram a assumir os postos principais no ranking. Listamos a seguir as dez principais causas para afastamento nas empresas brasileiras, confira:

  • Lesões: 2.247 casos;
  • Doenças do sistema osteomuscular e do tecido conjuntivo: 1.917 casos;
  • Transtornos mentais e comportamentais: 1.714 casos;
  • Fatores que influenciam o estado de saúde e o contato com os serviços de saúde: 736 casos;
  • Alterações no aparelho digestivo – 605 casos;
  • Gravidez – 305 casos;
  • Alterações no aparelho circulatório – 292 casos;
  • Alterações no sistema nervoso – 257 casos;
  • Alterações no aparelho geniturinário – 245 casos;
  • Alterações no sangue – 206 casos.
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