Ex-diretor do WhatsApp se arrepende de ter incentivado a venda do app

Ao que tudo indica, vender a plataforma não foi a melhor decisão que Neeraj Arora tomou.

Ex-diretor de negócios do WhatsApp, Neeraj Arora, mencionou em seu perfil no Twitter que, atualmente, está arrependido de ter incentivado a transação para a empresa Meta, nomeada anteriormente como Facebook.

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Todavia, apenas em 2014 que o Facebook havia se direcionado para uma proposta de compra e firmar uma parceria. Haveria suporte completo, sem anúncios, independência, no que diz respeito a decisões e, como cereja do bolo, uma cadeira no conselho do Facebook para Jan Koum.

Além disso, havia alguns tópicos que não poderiam ser modificados, por exemplo, a exploração de dados dos usuários e a compatibilidade entre os demais aplicativos.

Aparentemente, havia todas as evidências de que tudo ocorreria como o esperado e que acreditavam, de maneira segura, no propósito dos criadores e diretores do WhatsApp.

No entanto, como Arora mesmo comentou, não aconteceu desta maneira. A venda foi realizada no ano de 2014 e, em meados de 2017 e 2018, começaram a aparecer algumas irregularidades.

Arora conta que, naquele momento, não era possível descobrir que a empresa Facebook seria um tipo de “Frankestein” e roubaria todos os dados dos usuários e ainda por cima “cuspir dinheiro sujo”.

Por fim, o ex-diretor comentou que o aplicativo é apenas um pequeno pedaço do que ele era quando foi criado.  “Para que o ecossistema de tecnologia evolua, precisamos falar sobre como os modelos de negócios perversos fazem com que produtos, serviços e ideias bem-intencionados deem errado”, completou.

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