Smartphones resistem a congelamento? Veja experiência sobre isso

Os limites da tecnologia foram desafiados ao submergir os poderosos iPhone 15 Pro Max e Galaxy S23 Ultra em refrigerante de limão e congelá-los por 13 horas. Veja o que aconteceu!

A tecnologia avança a passos largos, e no mundo dos smartphones, a resistência à água se tornou uma característica cada vez mais desejada.

No entanto, nem todos os dispositivos atendem às expectativas nesse quesito, o que motivou a realização de um experimento.

Recentemente, dois aparelhos foram escolhidos para serem submetidos a um teste de resistência: um iPhone 15 Pro Max e um Galaxy S23 Ultra.

A escolha não foi aleatória — ambos são modelos de ponta, representando o que há de mais avançado no universo dos smartphones.

A experiência, documentada pelo canal Tech Timmers no YouTube, consistiu em submergir os dispositivos em refrigerante de limão e mantê-los congelados por 13 horas.

Após esse período, eles foram retirados do freezer e descongelados com água quente, revelando a verdadeira resistência à água de tais dispositivos.

Vale ressaltar que, embora empolgante, realizar testes como esses não é recomendável, pois pode acarretar problemas nos aparelhos.

O que aconteceu ao descongelá-los?

iPhone 15 Pro Max e Galaxy S23 Ultra congelados – Imagem: Tech Timmers/Reprodução

Ao completar cerca de 13 horas e 40 minutos, o Galaxy S23 Ultra foi o primeiro a ser retirado do congelador.

Após o degelo, ao ser ligado novamente, uma mensagem surgiu na tela, alertando que não deveria ser conectado ao carregador convencional.

O dispositivo, inteligentemente, conseguia detectar a presença residual de água em sua entrada USB, aconselhando o uso exclusivo de carregadores por indução até a completa eliminação da umidade.

Por outro lado, o iPhone 15 Pro Max não exibiu nenhuma mensagem de alerta, mas funcionou perfeitamente, assim como o Galaxy S23 Ultra.

O resultado impecável já era esperado, devido à certificação IP68 de ambos os modelos, indicando que podem resistir à imersão em até 1,5 metro de profundidade por no máximo 30 minutos.

Enquanto alguns podem ficar confiantes com a robustez de seus dispositivos, é sempre importante lembrar que testes extremos, como o realizado, não devem ser replicados, a fim de evitar danos aos aparelhos.

Veja o vídeo completo:

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