Arquivos telescopio - Multiverso Notícias - Diariamente o melhor do mundo POP, GEEK e NERD! https://multiversonoticias.com.br/assunto/telescopio/ Diariamente notícias sobre filmes, séries, quadrinhos, games, animes, ciência, tecnologia e humor! Sat, 27 Jan 2024 14:42:09 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.0.2 NASA descobre novas galáxias com formatos SURPREENDENTES; confira https://multiversonoticias.com.br/nasa-descobre-novas-galaxias-com-formatos-surpreendentes-confira/ Sat, 27 Jan 2024 14:45:06 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=194336

Telescópios da NASA capturaram imagens de duas galáxias com formatos que chamam a atenção dos cientistas.

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A Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço dos EUA (NASA) revelou uma descoberta cósmica adorável por meio de sua página oficial no Instagram.

As imagens divulgadas revelam um par de galáxias em formato de pinguim e ovo, capturadas pelos telescópios espaciais Hubble e Spitzer da NASA, conhecidas como Arp 142.

Situadas a impressionantes 23 milhões de anos-luz de distância, estas galáxias oferecem uma visão única do cosmos, estando aproximadamente 10 vezes mais longe de nós do que a galáxia Andrômeda.

A galáxia de Andrômeda possui o formato de espiral barrada e é a vizinha mais próxima da Via Láctea, que é a galáxia que abriga o nosso Sistema Solar.

Como a NASA descreve essas galáxias?

A parte reconhecida como ‘pinguim’ do par foi oficialmente identificada como NGC 2936. Essa galáxia apresenta uma forma espiral torcida e distorcida pela atração de sua vizinha, formando o fascinante conjunto chamado Arp 142.

A NASA descreve a galáxia ‘pinguim’ como apresentando filamentos retorcidos de azul e vermelho, delineando a forma de um pinguim no brilho branco e salpicado do corpo galáctico.

Imagem de galáxias capturadas pelos telescópios da NASA – Imagem: NASA/Reprodução

Fios de linhas enferrujadas caem em cascata do ‘bico’ do pinguim até seu ‘torso’, criando assim um verdadeiro espetáculo cósmico contra um fundo preto salpicado por estrelas pequenas e fracas, além de duas estrelas mais brilhantes no topo da imagem.

Por outro lado, a galáxia ‘Ovo’, oficialmente NGC 2937, apresenta uma distribuição suave de estrelas antigas, ocultando qualquer formato causado por seu vizinho.

Posicionada logo abaixo do “Pinguim”, esta galáxia surge como um retângulo azul-turquesa brilhante.

Imagem de galáxias capturadas pelos telescópios da NASA – Imagem: NASA/Reprodução

A NASA sugere que, ao longo do tempo, a gravidade aproximará as duas galáxias até que eventualmente se fundam em uma única entidade, um fenômeno comum na história das grandes galáxias, incluindo a Via Láctea.

Essas imagens iniciais do Arp 142 foram capturadas pelos telescópios espaciais Spitzer e Hubble da NASA em 2018.

Agora, com a antecipação do lançamento do Telescópio Espacial James Webb, espera-se uma visão ainda mais nítida, capturando todos os comprimentos de onda de luz desses fenômenos cósmicos.

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Telescópio Espacial James Webb revela novas maravilhas em Urano https://multiversonoticias.com.br/telescopio-espacial-james-webb-revela-novas-maravilhas-em-urano/ Thu, 28 Dec 2023 13:21:06 +0000 https://multiversonoticias.com.br/telescopio-espacial-james-webb-revela-novas-maravilhas-em-urano/

Imagens recentes do Telescópio da NASA proporcionam uma visão inédita de Urano, exibindo detalhes surpreendentes em seus anéis e luas, que desafiam concepções antigas.

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Na última segunda-feira, a NASA surpreendeu o mundo ao compartilhar uma imagem recente do enigmático planeta Urano, capturada pelo poderoso Telescópio Espacial James Webb.

Essa nova perspectiva não apenas permitiu uma análise minuciosa dos anéis interno e externo de Urano, mas também proporcionou um olhar detalhado sobre várias de suas 27 luas.

Descoberto em 1781 por Sir William Herschel, Urano é um planeta fascinante que revela uma composição atmosférica única.

Inicialmente observado na década de 80 como uma esfera azul uniforme pela sonda Voyager 2, o Telescópio Espacial James Webb, da NASA, trouxe novas revelações. Sua capacidade de capturar comprimentos de onda infravermelhos destacou uma complexidade antes desconhecida.

A imagem recente exibe uma camada sazonal de nuvens no polo norte do planeta, com uma cobertura interna brilhante e uma faixa escura abaixo. Tempestades luminosas adornam essa região, desafiando nossa compreensão anterior.

Tais descobertas prometem avançar nosso entendimento das condições atmosféricas e da estrutura de Urano, inaugurando uma era de exploração espacial.

Telescópio Espacial James Webb faz novas observações

Detalhes em Urano descobertos – Imagem: NASA, ESA, CSA, STScI/Reprodução

Enquanto as imagens da sonda Voyager 2, da década de 1980, retrataram Urano como uma esfera azul uniforme, a visão do James Webb, com sua tecnologia sofisticada, revelou uma complexidade muito maior na aparência deste gigante gasoso.

Agora, as observações revelam uma intrigante camada sazonal de nuvens no polo norte de Urano. A camada é composta por uma cobertura interna de brancura resplandecente e uma faixa escura situada abaixo dela.

Além disso, destacam-se enormes tempestades luminosas que adornam tal região até então misteriosa.

Os olhos dos astrônomos estão ansiosos pelo próximo solstício de Urano, previsto para 2028. Eles esperam não apenas testemunhar possíveis modificações na estrutura das descobertas recentes, mas também desvendar mais segredos sobre as mudanças meteorológicas e a atmosfera única do planeta azul.

A revelação desafia não só a nossa compreensão atual de Urano, mas também amplia os horizontes da exploração espacial e da busca por respostas nos confins do nosso sistema solar.

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Superlua Azul ocorrerá nesta semana; fenômeno não poderá ser visto pelos próximos 11 anos https://multiversonoticias.com.br/superlua-azul-ocorrera-nesta-semana-fenomeno-nao-podera-ser-visto-pelos-proximos-11-anos/ Tue, 29 Aug 2023 12:00:03 +0000 https://multiversonoticias.com.br/superlua-azul-ocorrera-nesta-semana-fenomeno-nao-podera-ser-visto-pelos-proximos-11-anos/

Confira a data e o horário dessa maravilha da astronomia que poderá ser contemplada em todo o Brasil

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Os fenômenos astronômicos fascinam a humanidade há séculos. Desde que a curiosidade despertou na mente humana, as pessoas têm olhado para o céu para observar as maravilhas fornecidas pela natureza do Universo.

É incrível como podemos presenciar eventos raros e impressionantes simplesmente olhando para cima. E nesta semana teremos uma oportunidade única de testemunhar um desses eventos: a Superlua Azul.

Essa ocorrência especial não acontece sempre, sendo ainda mais interessante pelo fato de poder ser vista a olho nu. No entanto, é melhor atentar para o horário e a data a fim de não perder essa experiência incrível e única!

Não perca a chance de se maravilhar com a Superlua Azul ainda neste mês

Foto: Nasa/Reprodução

A segunda e última Superlua do ano, também chamada de Lua Azul por ser a segunda Lua Cheia do mês, está prestes a acontecer. Isso ocorre devido ao seu ciclo, que pode repetir uma das fases no mesmo mês. A primeira ocorreu no início de agosto.

Agora, na reta final do mês, a Lua estará no ponto mais próximo da Terra que sua órbita pode alcançar, o que é chamado na astronomia de perigeu, deixando-a maior e mais brilhante.

A Nasa deixa as expectativas maiores ainda quando revela que, no caso de não presenciar o acontecimento, será necessário esperar mais 11 anos para vê-lo novamente, ou seja, apenas em 2034!

O fenômeno ocorrerá na próxima quarta-feira, dia 30 de agosto, quando a Lua marca uma distância de 357,3 mil quilômetros do nosso planeta, estando cerca de 15% mais brilhante e 7% maior em nossa percepção.

Como ocorre o evento e em que horário podemos vê-lo?

Primeiramente, é importante entender os processos da órbita da Lua em torno da Terra. Sabe-se que, durante seu ciclo de 27,3 dias, o satélite natural passa por quatro fases: nova, crescente, cheia e minguante.

A Superlua, por sua vez, ocorre quando a Lua se aproxima do nosso planeta nos pontos mais próximos de sua órbita elíptica (oval). O aumento visível entre o ponto mais distante e o mais próximo é de cerca de 14% de sua magnitude.

De acordo com a astrônoma brasileira Josina Nascimento, do Observatório Nacional, unidade do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o evento poderá ser visto em todo o planeta, sendo que, no Brasil, ocorrerá às 22h35min (horário de Brasília) do dia 30, podendo haver diferença nos horários de acordo com os fusos do país.

Então, marque o dia 30 de agosto em seu calendário, prepare seu telescópio ou simplesmente olhe para o céu noturno e desfrute dessa Superlua Azul!

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Além do horizonte estelar: o poder do telescópio James Webb na previsão do destino do Sol https://multiversonoticias.com.br/alem-do-horizonte-estelar-o-poder-do-telescopio-james-webb-na-previsao-do-destino-do-sol/ Sat, 12 Aug 2023 11:45:03 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=163888

O Telescópio Espacial James Webb (JWST), uma das conquistas mais aguardadas da astronomia moderna, está revolucionando a forma como percebemos e exploramos o universo. Desenvolvido como sucessor do Telescópio Espacial Hubble, o JWST é um observatório espacial de última geração que opera principalmente na faixa infravermelha do espectro eletromagnético. Sua tecnologia permite que ele detecte […]

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O Telescópio Espacial James Webb (JWST), uma das conquistas mais aguardadas da astronomia moderna, está revolucionando a forma como percebemos e exploramos o universo.

Desenvolvido como sucessor do Telescópio Espacial Hubble, o JWST é um observatório espacial de última geração que opera principalmente na faixa infravermelha do espectro eletromagnético.

Sua tecnologia permite que ele detecte sinais infravermelhos com muito mais precisão do que os telescópios anteriores, o que é essencial para observar objetos distantes e obscuros, como galáxias primordiais e exoplanetas.

Uma das características revolucionárias do JWST é seu espelho primário, composto por 18 segmentos hexagonais, o que proporciona uma área de coleta de luz significativamente maior do que a do Hubble.

Foto: WikiImages/ Pixabay

O Telescópio Espacial James Webb inaugurou uma era de exploração cósmica que se estende até as profundezas do espaço e do tempo, permitindo que os cientistas observem estrelas mortas com uma precisão sem precedentes.

Essa capacidade de observação detalhada de estrelas no final de suas vidas está desempenhando um papel essencial na projeção do destino das estrelas que ainda estão brilhando. Ela fornece pistas valiosas sobre o que aguarda esses corpos celestes no futuro.

Ao direcionar o JWST para estrelas mortas, como anãs brancas, estrelas de nêutrons e buracos negros, os astrônomos são agraciados com um vislumbre singular dos últimos suspiros estelares. A análise das características espectrais dessas estrelas extintas oferece uma riqueza de informações sobre os estágios finais da evolução estelar.

Como exemplo, temos a Nebulosa do Anel, também conhecida como Messier 57 ou NGC 6720, que é um objeto celeste fascinante localizado na constelação de Lira.

Foto: Saif_Sr4/ PixAbay

Essa nebulosa planetária é o resultado do estágio final de evolução de uma estrela similar ao nosso Sol. Observar a Nebulosa do Anel e compreender seus detalhes intrínsecos pode fornecer insights valiosos sobre o futuro do Sol e o que aguarda nossa estrela à medida que avança em sua trajetória evolutiva.

Mike Berlow, um dos cientistas envolvidos neste estudo, mostrou seu entusiasmo:

“O Telescópio Espacial James Webb nos forneceu uma visão extraordinária da Nebulosa do Anel que nunca tínhamos visto antes. As imagens de alta resolução não apenas mostram os detalhes intrincados da concha em expansão da nebulosa, mas também revelam a região interna ao redor da anã branca central com uma clareza requintada.”

Mais 5 bilhões de anos

Graças à sua avançada capacidade de observação em infravermelho, o JWST permite aos cientistas examinar com minúcia os processos que ocorrem com estrelas em colapso, proporcionando, assim, insights valiosos sobre o que possivelmente ocorrerá com o nosso Sol daqui a aproximadamente 5 bilhões de anos.

A capacidade de observar com detalhes extraordinários as nebulosas planetárias, resultantes do colapso de estrelas, como a Nebulosa do Anel, torna-se uma oportunidade única para os cientistas estudarem as nuances desse fenômeno.

O JWST é capaz de revelar as complexas interações entre os remanescentes estelares, como anãs brancas, e o gás circundante, fornecendo pistas importantes sobre o processo de ejeção das camadas externas de uma estrela e a subsequente formação da nebulosa.

Essas observações detalhadas permitem que os cientistas modelem com maior precisão como o Sol, em sua fase de envelhecimento, passará por estágios similares.

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Não perca esta chance: visite o maior telescópio do Brasil no interior paulista https://multiversonoticias.com.br/nao-perca-esta-chance-visite-o-maior-telescopio-do-brasil-no-interior-paulista/ Tue, 08 Aug 2023 13:24:05 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=163177

O Polo Astronômico de Amparo celebra 8 anos de atividades em 2023, marcando uma trajetória repleta de descobertas e encantamentos celestiais. Situado a 138 quilômetros da capital paulista, o complexo atrai milhares de visitantes a cada temporada com seus modernos telescópios e planetário de última geração. Polo astronômico de Amparo tem o maior telescópio refletor […]

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O Polo Astronômico de Amparo celebra 8 anos de atividades em 2023, marcando uma trajetória repleta de descobertas e encantamentos celestiais.

Situado a 138 quilômetros da capital paulista, o complexo atrai milhares de visitantes a cada temporada com seus modernos telescópios e planetário de última geração.

Polo astronômico de Amparo tem o maior telescópio refletor do país

Foto: Prefeitura Municipal da Estância de Socorro/Reprodução

Uma das notáveis atrações do Polo Astronômico é o maior telescópio refletor do Brasil, aberto regularmente ao público. Com uma abertura de 650 milímetros (mm), esse impressionante instrumento oferece imagens ampliadas e detalhadas de objetos celestes distantes, proporcionando uma experiência singular de observação do cosmos.

Ao contrário de outros instrumentos de observação de porte similar, que são dedicados exclusivamente a pesquisas, o telescópio do Polo de Amparo é acessível a visitantes apaixonados pela astronomia.

Veja onde ele está localizado

O complexo astronômico de Amparo abriga uma variedade de outros equipamentos fascinantes, todos disponíveis durante as sessões públicas, realizadas regularmente aos sábados, bem como para visitas escolares previamente agendadas.

Essas sessões proporcionam momentos mágicos e educativos, despertando o interesse e a curiosidade do público de todas as idades.

O observatório está estrategicamente localizado a apenas quinze minutos do perímetro urbano de Amparo, o que facilita o acesso e convida as pessoas a mergulharem na exploração do céu noturno.

A Rodovia Benevenuto Moretto (SP-095), que conecta Amparo a Bragança Paulista, leva os entusiastas e os curiosos até o local, onde se deparam com um cenário celestial deslumbrante.

As sessões públicas, realizadas todos os sábados, têm duração de duas horas cada. Para a semana, o Polo Astronômico reserva sessões especiais para grupos escolares e outros segmentos que desejem agendar previamente sua visita.

Para todos os que buscam um encontro íntimo com o céu, o observatório é o lugar onde o fascínio e a ciência se encontram, criando uma experiência inesquecível no coração do interior paulista.

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Por que a NASA não divulga fotos do James Webb sem antes editá-las? https://multiversonoticias.com.br/por-que-a-nasa-nao-divulga-fotos-do-james-webb-sem-antes-edita-las/ Mon, 07 Aug 2023 19:22:14 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=163065

Desde tempos remotos, conforme indicam múltiplas evidências, a humanidade sempre experimentou um sentimento de admiração ao dirigir sua atenção aos céus, contemplando cada luminoso ponto e ponderando sobre a vastidão cósmica que nos envolve. Sempre buscamos preencher as lacunas do nosso conhecimento sobre o espaço, e o avanço tecnológico possibilitou o aprofundamento ainda maior da […]

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Desde tempos remotos, conforme indicam múltiplas evidências, a humanidade sempre experimentou um sentimento de admiração ao dirigir sua atenção aos céus, contemplando cada luminoso ponto e ponderando sobre a vastidão cósmica que nos envolve.

Sempre buscamos preencher as lacunas do nosso conhecimento sobre o espaço, e o avanço tecnológico possibilitou o aprofundamento ainda maior da curiosidade humana com as investigações e explorações espaciais.

Um dos maiores feitos da NASA, em parceria com outras agências, foi a criação e lançamento do Telescópio Espacial James Webb, que celebrou seu primeiro aniversário da primeira captura de imagem no último mês de julho.

Embora sejamos contemplados com as maravilhas do espaço por meio das imagens registradas pelo telescópio, o que muitos não sabem é que essa vista espetacular, na verdade, não é divulgada diretamente após a captura, mas passa por um processo complexo de edição de imagens.

Nasa mente e faz edições nas imagens do James Webb?

Foto: Nebulosa Catarina captura pelo James Webb/NASA/CSA/ESA/STScl/Reprodução

Apesar de muitos teóricos da conspiração acreditarem firmemente que as imagens são fraudulentas devido às edições, a verdade é distinta e transcende a mera fotografia capturada pelas câmeras tradicionais.

O telescópio mais avançado tecnologicamente capta as ondas de luz e cria uma imagem em tons de cinza-escuro. Isso torna as fotos difíceis de interpretar, ocultando alguns detalhes e requerendo especialistas na área.

Por que e como são feitas as edições das imagens espaciais?

Todos os dados enviados pelo telescópio são baixados em formato FITS (Sistema Flexível de Transporte de Imagem), algo comum na área da astronomia.

Utilizando editores como o PixInsight, o FITS Liberator e até mesmo o Photoshop, os profissionais conseguem reduzir os ruídos, equilibrar tonalidades, ampliar os pixels e revelar detalhes invisíveis a olho nu, além de adicionar cores às fotos. Mas isso de forma alguma implica que as imagens sejam adulteradas.

Especialistas revelam que contam com a assistência de cientistas e astrônomos, garantindo que todo o processo resulte na preservação máxima da realidade, utilizando a coleta de dados para compilar as imagens e auxiliar na percepção das diversas matérias que compõem o espaço.

Qual é a razão para a inclusão das cores?

As cores são adicionadas no processo de edição devido aos filtros de luz que o James Webb possui. O telescópio só permite a passagem de certas frequências de ondas, para não haver uma exposição exagerada.

Cada luz do espectro é atribuída pelo próprio aparelho a uma cor previamente determinada, que identifica certo tipo de elemento, a partir de uma escolha baseada em ciência pura e não de forma arbitrária. Além disso, os filtros distinguem principalmente o verde, vermelho e azul, que são as cores primárias do espaço.

Tudo isso ocorre para que possamos enxergar com clareza a beleza do Universo, já que o olho humano possui seus próprios filtros e não capta todas as ondas de luz do espectro eletromagnético, sendo altamente necessária essa conversão de informações.

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James Webb pode ter encontrado primeiras estrelas com presença de matéria escura do Universo https://multiversonoticias.com.br/james-webb-pode-ter-encontrado-primeiras-estrelas-com-presenca-de-materia-escura-do-universo/ Sat, 22 Jul 2023 19:41:03 +0000 https://multiversonoticias.com.br/james-webb-pode-ter-encontrado-primeiras-estrelas-com-presenca-de-materia-escura-do-universo/

O universo é repleto de informações e fenômenos que ainda não conseguimos entender, explicar ou sequer detectar. Contudo, o desenvolvimento de tecnologias cada vez mais aprimoradas possibilitou a criação de satélites e telescópios com capacidade surpreendente de recolhimento e análise de dados, como o atual James Webb. A cada nova divulgação envolvendo o telescópio espacial, […]

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O universo é repleto de informações e fenômenos que ainda não conseguimos entender, explicar ou sequer detectar. Contudo, o desenvolvimento de tecnologias cada vez mais aprimoradas possibilitou a criação de satélites e telescópios com capacidade surpreendente de recolhimento e análise de dados, como o atual James Webb.

A cada nova divulgação envolvendo o telescópio espacial, cientistas de todo o mundo ficam impressionados e intrigados com as descobertas.

Por isso, a comunidade científica mostrou-se empolgada com a possibilidade de o telescópio James Webb ter encontrado indícios das primeiras estrelas negras já vistas no Universo. Essas seriam as mais antigas já observadas, algo que, até então, era apenas uma concepção teórica.

James Webb pode ter confirmado a existência de estrelas negras

Foto: Super Interessante/Reprodução

O James Webb foi lançado em 2021, com o objetivo de coletar informações sobre os primeiros corpos formados no início do Universo, logo após o Big Bang.

No fim do ano passado, o telescópio coletou imagens do que poderiam ser as primeiras galáxias formadas. Contudo, alguns pesquisadores acreditam que os corpos encontrados sejam de estrelas negras gigantes.

Vale ressaltar que essas estrelas, embora assim sejam chamadas, não são exatamente negras. Na realidade, elas podem ter um brilho um bilhão de vezes mais forte do que o do Sol, além de massa e diâmetro milhões de vezes superiores. Foi justamente esse alto índice de luminosidade que permitiu a captação de algo tão distante e antigo no Universo.

De acordo com a pesquisa publicada na Proceedings of the National Academy of Sciences, conduzida por cientistas da Universidade do Texas, em Austin, e da Universidade Colgate, essas estrelas são alimentadas por processos que envolvem matéria escura.

Para se ter uma noção, o tamanho dos objetos é tão grande que sua medida é de cerca de dez unidades astronômicas (10 ua), ou seja, dez vezes a distância entre a Terra e o Sol. Isso significa que, se eles estivessem no lugar do Sol, todos os planetas até a órbita de Saturno seriam engolidos por sua grandiosidade.

Diferença entre estrelas comuns e negras

As estrelas comumente vistas, como o Sol e todas as demais perceptíveis a olho nu, formam-se a partir da força gravitacional exercida em uma grande nuvem de poeira cósmica.

Por sua vez, essa poeira se aglomera ao ponto de pressionar os átomos até sua fusão nuclear, formando novas partículas em um processo que gera uma enorme quantidade de luz, calor e radiação.

Por outro lado, as estrelas negras também possuem a propriedade de serem formadas por matéria escura, ainda que em pequena quantidade. Essa matéria não interage com as ondas eletromagnéticas e se aniquila quando colide com matéria bariônica (a matéria comum que constitui tudo o que vemos).  

Contudo, sua presença é percebida pela influência gravitacional no Universo, constituindo cerca de 85% de toda a matéria existente, sem a possibilidade de detecção visual.

Os cientistas do estudo têm procurado evidências de suas teorias sobre estrelas negras há mais de 15 anos sem sucesso. No entanto, isso não constitui um longo período, considerando que as teorias de Albert Einstein só foram comprovadas recentemente.

Qual é a explicação dos cientistas?  

A ideia da explicação surgiu após a identificação do brilho de três galáxias muito antigas no Universo, formadas aproximadamente 330 milhões, 370 milhões e 400 milhões de anos após o Big Bang. Esse último evento ocorreu há 13,8 bilhões de anos e deu origem a tudo que conhecemos.

Foto: Pontos vermelhos referentes às possíveis estrelas escuras (NASA/ESA/Reprodução)

No entanto, essas formações seriam estranhas devido ao seu desenvolvimento, por isso alguns físicos propuseram essa explicação. Em relação às estrelas, Katherine Freese, autora sênior do estudo e astrofísica da Universidade do Texas, explica:

“Eles são feitos de matéria atômica e alimentados por uma pequena quantidade de matéria escura que se encontra em seu interior. Uma estrela escura supermassiva é tão brilhante quanto uma galáxia inteira, portanto, pode ser uma coisa ou outra.”

Os dados resgatados até o momento não são suficientes para confirmar essa hipótese. Contudo, o James Webb ainda pode fornecer evidências conclusivas para alguma explicação, considerando que as condições extremas do Universo jovem permitem tais formações.

Além disso, a energia liberada pela aniquilação de antipartículas, ou seja, matéria escura, é capaz de atingir impressionantes 10 mil graus Celsius, temperatura maior que a média da superfície solar.  

Mesmo assim, o fato é que a detecção dos corpos pelo telescópio representa um avanço significativo no conhecimento humano. Além disso, conforme menciona Freese, pode revelar as primeiras informações sobre partículas escuras presentes na imensidão cósmica em que vivemos.  

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Nasa revela imagem deslumbrante de Saturno capturada pelo telescópio James Webb https://multiversonoticias.com.br/nasa-revela-imagem-deslumbrante-de-saturno-capturada-pelo-telescopio-james-webb/ Mon, 10 Jul 2023 22:45:02 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=158026

Desde o início da exploração espacial e, com o passar das décadas, a tecnologia experimentou uma grandiosa evolução, a ponto de revolucionar a forma como observamos e compreendemos o Universo ao nosso redor. A criação de telescópios bem equipados permitiu um sucesso na busca por novos conhecimentos, explorando planetas, estrelas e outras galáxias. Desde então, […]

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Desde o início da exploração espacial e, com o passar das décadas, a tecnologia experimentou uma grandiosa evolução, a ponto de revolucionar a forma como observamos e compreendemos o Universo ao nosso redor.

A criação de telescópios bem equipados permitiu um sucesso na busca por novos conhecimentos, explorando planetas, estrelas e outras galáxias.

Desde então, diversas imagens já foram capturadas, revelando a mais profunda visão do Universo. Tudo isso devido aos esforços bem-sucedidos de pesquisadores que desenvolveram equipamentos como o telescópio Hubble e o atual James Webb. Esse último, inclusive, já nos proporcionou uma gama de observações e imagens maravilhosas.

Agora, o James Webb surpreende cientistas e astrônomos mais uma vez, dessa vez com uma nova foto do planeta Saturno e de seus anéis de um modo jamais visto.

James Webb captura imagem inédita de Saturno

Foto: Nasa/ESA/CSA/STScI/M. Tiscareno (SETI Institute), M. Hedman (University of Idaho), M. El Moutamid (Cornell University), M. Showalter (SETI Institute), L. Fletcher (University of Leicester), H. Hammel (AURA)/Reprodução

No último dia 25 de junho, a Nasa, agência espacial norte-americana, divulgou uma foto tirada pelo telescópio James Webb do sexto planeta do Sistema Solar mais distante do Sol. A novidade é que a foto foi tirada utilizando a captação de luz infravermelha, pela câmera NIRCam.

A belíssima imagem mostra o planeta com um aspecto escuro, sem a interferência da luz solar, que foi absorvida pelo planeta gasoso. Além disso, é possível ver um destaque em seus anéis brilhantes e algumas de suas luas.

A Nasa ainda revela que essa é apenas uma das imagens tiradas e buscará fornecer novas perspectivas dos anéis que não aparecem na fotografia divulgada.

Por que o James Webb usou o espectro infravermelho?

Foto: Nasa/ESA/CSA/STScI/M. Tiscareno (SETI Institute), M. Hedman (University of Idaho), M. El Moutamid (Cornell University), M. Showalter (SETI Institute), L. Fletcher (University of Leicester), H. Hammel (AURA)/Reprodução

Vale ressaltar que o telescópio foi criado com o objetivo de visualizar os corpos celestes mais distantes e antigos do Universo, criados pouco após o Big Bang.

Sabendo que a luz compõe um espectro muito maior do que o visível e que as ondas eletromagnéticas sofrem um desvio causado pela expansão do espaço-tempo, tornando-as mais próximas do vermelho, com menor intensidade, os cientistas resolveram capturar exatamente esse tipo de onda infravermelha.

Assim, o telescópio, que foi lançado em 2021 pela Nasa, CSA e ESA, consegue observar as estruturas sem a interferência de radiações com mais frequência e comprimento de onda.

Isso se deve principalmente à sua estrutura bem elaborada de atenuação de feixes de luz e grandes espelhos refletores, os quais são duas vezes maiores do que os do Hubble.

Espera-se que o James Webb possa trazer ainda mais vistas espetaculares como essa, cumprindo seus objetivos de exploração espacial e estudo da formação de galáxias e estruturas, assim como das origens da vida.

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‘Blocos de construção da vida’: James Webb faz descoberta surpreendente em nuvem gelada https://multiversonoticias.com.br/james-webb-descoberta-em-uma-nuvem-gelada/ Mon, 30 Jan 2023 15:43:05 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=95481

Por meio do telescópio espacial James Webb, da Nasa, algumas descobertas feitas em nuvem gelada trazem a possibilidade de vida nesse lugar.

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O telescópio espacial da Nasa, James Webb, recentemente avistou alguns indícios de que é possível haver vida em uma nuvem gelada. Depois dessa descoberta, a agência espacial americana formulou um inventário repleto de informações sobre a possibilidade e sobre o que foi visto por meio do telescópio.

Essa nuvem gelada é extremamente fria; inclusive, a mais fria de todas que a agência espacial já avistou. Além disso, não encontraram apenas blocos de gelo. Também detectaram outros conceitos básicos para existir vida.

Possibilidade de vida em uma nuvem gelada 

A nuvem gelada tem o nome de Chameleon I e está a 630 anos-luz de distância da Terra, de acordo com os cientistas da Nasa. Durante essa descoberta, encontraram diversos tipos de moléculas junto aos blocos de gelo, que, por sua vez, naturalmente, se transformam em água.

Apesar de essa nuvem ser extremamente fria, o que dificulta a possibilidade de habitação, ela possui algumas características que possibilitam a existência de vida nela, como as moléculas orgânicas que encontraram e o gelo. Pelo que se sabe, a existência de moléculas orgânicas é necessária para haver a possibilidade de habitar um lugar.

Os cientistas envolvidos nesse acontecimento alegam:

“Nossos resultados fornecem informações sobre o estágio químico escuro e inicial da formação de gelo em grãos de poeira interestelar que se transformarão em seixos de tamanho centimétrico, a partir dos quais os planetas em discos se formam.

Essas observações abrem uma nova janela para os caminhos para a formação das moléculas simples e complexas necessárias para fazer os blocos de construção da vida”, completam os cientistas.

Por conta da descoberta, os cientistas agora compreendem que as moléculas orgânicas também podem se formar em lugares muito frios, como nessas nuvens geladas, antes de as estrelas nascerem.

“Nossa identificação de moléculas orgânicas complexas, como metanol e potencialmente etanol, também sugere que os muitos sistemas estelares e planetários que se desenvolvem nessa nuvem em particular herdarão moléculas em um estado químico bastante avançado”, disse o astrônomo Will Rocha.

“Isso pode significar que a presença de precursores de moléculas prebióticas em sistemas planetários é um resultado comum da formação de estrelas, e não uma característica única de nosso próprio sistema solar”, completou ele.

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James Webb descobrirá o que existe nas profundezas ocultas do Universo? https://multiversonoticias.com.br/o-que-ha-nas-profundezas-ocultas-do-universo/ Sat, 14 Jan 2023 02:02:29 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=88949

Este supertelescópio, chamado James Webb, é capaz de captar imagens das profundezas mais escondidas do Universo!

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O telescópio espacial James Webb foi criado a partir da união da NASA e da ESA. Este é o maior telescópio da história da tecnologia aeroespacial. Ele foi desenvolvido para que as poeiras interestelares sejam examinadas, isto é possível graças a sua luz infravermelha.

O universo segue em sua infinita expansão e, mesmo com tantas descobertas e tantos estudos, o espaço continua sendo tão desconhecido quanto os oceanos aqui da Terra.

A cada descoberta, algo surpreendente pode ser revelado. Por isso, telescópios espaciais são tão relevantes.

Foto: Reprodução/NASA

James Webb e suas explorações espaciais 

Ano passado, uma das primeiras galáxias formadas depois do Big Bang foi observada pelo telescópio Webb. Para isso, o alcance de seu zoom chegou a 350 milhões de anos antes do universo ter surgido. Esta foi apenas uma das descobertas do supertelescópio.

Em menos de um ano de seu lançamento e com apenas seis meses de atividade, o James Webb já mostrou uma variedade de objetos cósmicos aos cientistas. Entre eles, constelações de estrelas antigas e uma estrela tempestuosa dentro de estruturas de poeiras simétricas.

Sua luz infravermelha tornou possível a observação de um cosmos escondido atrás de um véu de poeira. O cientista do projeto do supertelescópio, Jane Rigby, explica que essa poeira interestelar é como se fosse uma fumaça. Sendo esta poeira tão minúscula quanto a poeira que vemos nos ambientes. Confira na imagem a seguir:

Foto: Reprodução/NASA

O Webb, também chamado de JWST, pode mostrar os “incêndios florestais” do Universo. Isso porque a cientista Rigby comparou a cena com um episódio de incêndio em uma sala fechada onde essas poeiras seriam a fumaça.

O chefe de Ciência da Nasa, Thomas Zurbuchen, disse que o telescópio torna possível a observação da natureza em cores incríveis. Em um trecho de sua explicação, ele comenta que “De repente, a neblina se dissipa e seu coração bate mais rápido”.

A primeira imagem que o telescópio Webb captou foi de várias galáxias antigas, para isso, ele precisou passar 12,5 horas coletando luz infravermelha na escuridão. Foi a partir do recolhimento das luzes infravermelhas que estavam viajando há bilhões de anos no espaço que a imagem pode ser gerada. Confira a imagem:

Foto: Reprodução/NASA

Zurbuchen afirma que, através do James Webb, está sendo traçado um “caminho rumo ao desconhecido, com um novo par de olhos”.

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