Arquivos telescópio James Webb - Multiverso Notícias - Diariamente o melhor do mundo POP, GEEK e NERD! https://multiversonoticias.com.br/assunto/telescopio-james-webb/ Diariamente notícias sobre filmes, séries, quadrinhos, games, animes, ciência, tecnologia e humor! Sat, 23 Mar 2024 23:00:22 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.0.2 Descoberta espacial: cientistas encontram pistas sobre a vida no universo https://multiversonoticias.com.br/descoberta-espacial-cientistas-encontram-pistas-sobre-a-vida-no-universo/ Sat, 23 Mar 2024 22:59:20 +0000 https://multiversonoticias.com.br/descoberta-espacial-cientistas-encontram-pistas-sobre-a-vida-no-universo/

Descoberta da NASA encontra ingredientes da vida em estrelas jovens, revelando a origem cósmica de moléculas orgânicas essenciais.

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A recente exploração espacial conduzida por astrônomos por meio do Telescópio Espacial James Webb traz à luz uma descoberta fascinante.

Ingredientes químicos comumente encontrados em produtos do nosso dia a dia, como vinagre e até mesmo bebidas alcoólicas, foram avistados ao redor de jovens estrelas.

Esta notícia, anunciada pela NASA, desperta a imaginação sobre as possibilidades de vida em outros mundos e a compreensão da formação do nosso próprio sistema solar.

O que foi encontrado nas estrelas jovens?

Ácido de picada de formiga espalhado pelo espaço sideral – Imagem: ESA/Webb/NASA/CSA/W. Rocha et al/ESA/Webb/ESA/Webb, NASA, CSA, W. Rocha et al./ Reprodução

Elementos essenciais para a vida, como conhecemos, têm sido tema de estudo e fascinação na comunidade científica por décadas.

A descoberta de moléculas orgânicas complexas, incluindo ácido acético, base do vinagre e etanol, componente do álcool, abre um novo capítulo no entendimento do universo.

Além dessas substâncias, outras moléculas simples, tais como ácido fórmico e dióxido de enxofre, foram detectadas, enriquecendo nossa compreensão sobre a química espacial.

O instrumento de Médio Infravermelho do JWST foi fundamental para a observação desses compostos ao redor das protoestrelas IRAS 2A e IRAS 23385. Essas estrelas são tão jovens que ainda estão em processo de formar seus sistemas planetários.

A presença destes compostos químicos nos convida a refletir sobre a origem da vida no universo e como elementos necessários para a vida podem ser mais comuns do que imaginamos.

Como a descoberta afeta a busca por vida no universo?

Ao compreender que moléculas orgânicas complexas, algumas das quais fundamentais para a vida na Terra, podem se formar no ambiente espacial, expandimos nossas perspectivas de encontrar vida além do nosso planeta.

Essas moléculas, aprisionadas em gelos frios ao redor das estrelas, podem eventualmente ser incorporadas em cometas e asteroides. Estes, por sua vez, colidem com planetas em formação, entregando esses ingredientes vitais.

Assim, a história química dessas estrelas jovens pode refletir a primitiva do nosso próprio sistema solar, oferecendo pistas sobre o começo da vida na Terra.

Investigações futuras e observações adicionais pelo Telescópio Espacial James Webb prometem desvendar ainda mais dessa trilha astroquímica, seguindo os passos da formação planetária e potencial bioquímica.

Cada descoberta nos aproxima de respostas para questões de longa data sobre a origem da vida e a possibilidade de mundos habitáveis além do nosso.

Uma homenagem à paixão pela pesquisa

A equipe que conduziu este estudo dedicou seus resultados ao falecido Harold Linnartz, um dos coautores e importante figura na pesquisa astrofísica.

Linnartz deixou um legado significativo através de sua liderança no Laboratório de Astrofísica de Leiden e suas contribuições para o estudo de moléculas no espaço.

Sua paixão pelo campo e seus esforços para entender a química espacial continuam a inspirar cientistas e entusiastas da Astroquímica em todo o mundo.

As recentes descobertas ao redor dessas estrelas jovens não só honram a memória de Linnartz, mas também propõem um futuro empolgante para a exploração espacial.

À medida que avançamos em nossa jornada cósmica, continuamos a desvelar os mistérios do universo, um passo de cada vez, aproximando-nos de entender nosso lugar entre as estrelas.

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Primeiras estrelas do Universo podem ter sido descobertas pelo telescópio espacial James Webb https://multiversonoticias.com.br/primeiras-estrelas-do-universo-podem-ter-sido-descobertas-pelo-telescopio-espacial-james-webb/ Sun, 10 Mar 2024 23:37:08 +0000 https://multiversonoticias.com.br/primeiras-estrelas-do-universo-podem-ter-sido-descobertas-pelo-telescopio-espacial-james-webb/

Saiba como o James Webb pode ter revelado possíveis evidências das primeiras estrelas formadas após o Big Bang.

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Pela primeira vez, a luz das estrelas mais antigas do universo pode ter sido observada por cientistas utilizando o Telescópio Espacial James Webb.

Imagens revelaram uma galáxia distante (GN-z11) cuja luz viajou pelo espaço por mais de 13 bilhões de anos. Os resultados estão revolucionando nossa compreensão da história cósmica.

A descoberta da galáxia GN-z11

A GN-z11, a galáxia em questão, já havia feito manchetes anteriormente como uma das mais distantes já conhecidas.

Localizada a uma distância colossal, a imagem capturada pelo James Webb mostra a galáxia como ela era quando o universo tinha apenas 430 milhões de anos.

Segundo os cientistas, a luz viajou por mais de 13 bilhões de anos antes de chegar ao telescópio.

Análise da luz das estrelas revela dados intrigantes

Telescópio James Webb revela possível existência da primeira geração de estrelas – Imagem: NASA, ESA, P. Oesch/Reprodução

A ferramenta usada pelos cientistas para analisar os astros distantes é o espectrógrafo, um instrumento que coleta luz e revela elementos químicos em estrelas e galáxias.

Essa técnica é importante para determinar a idade dos objetos cósmicos.

Após a análise da luz coletada da GN-z11, os pesquisadores descobriram uma surpresa: a ausência de elementos além do hidrogênio e do hélio.

Sinais das lendárias estrelas de População III

Essa descoberta, divulgada recentemente na revista Nature, deu pistas de que as estrelas observadas na GN-z11 poderiam ser as chamadas estrelas de População III.

As teorias propõem que essa primeira geração de estrelas, formadas apenas por hidrogênio e hélio, deve ter surgido após o Big Bang.

Antes delas, o universo não possuía outros elementos mais pesados que o hélio, já que todos os outros são resultados da fusão nuclear no núcleo das estrelas.

Encontrando evidências da primeira geração de estrelas

Ancorados em estudos anteriores, os pesquisadores agora concentram-se em um brilho incomum encontrado na GN-z11, algo também observado em outras galáxias distantes avistadas pelo James Webb.

Descobriu-se que o brilho proveniente de um grande aglomerado de gás hélio estava sendo ionizado por algo extraordinariamente luminoso e, segundo as teorias, somente as estrelas de População III possuíam a radiação suficiente para tal feito.

Embora indiretas, essas evidências apontam fortemente para a existência da mítica primeira geração de estrelas.

A equipe responsável continua a estudar o GN-z11 para compreender melhor a relação entre essas antigas estrelas e o surgimento de elementos mais pesados no universo.

Se confirmada, esta descoberta terá uma enorme repercussão no entendimento da evolução cósmica. É uma revolução na astrofísica, possibilitada pelo poder do telescópio James Webb.

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Telescópio James Webb captura galáxias em espiral como nunca visto https://multiversonoticias.com.br/telescopio-james-webb-captura-galaxias-em-espiral-como-nunca-visto/ Fri, 09 Feb 2024 12:44:05 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=196632

O telescópio espacial James Webb desvenda segredos cósmicos com imagens deslumbrantes, ao revelar mais sobre as galáxias em espiral.

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O conhecimento humano é verdadeiramente extraordinário, revelando-se em sua capacidade de explorar os vastos e misteriosos confins do espaço.

Uma das ferramentas mais impressionantes nessa busca incessante por compreensão cósmica é o telescópio, uma invenção que revolucionou nossa visão do universo.

Desde os primórdios da observação astronômica, esses equipamentos têm sido fundamentais para desvendar os segredos do cosmos.

Galileu Galilei, em 1609, fez história ao apontar pela primeira vez um telescópio para o céu noturno, encontrando luas na órbita de Júpiter e manchas solares, o que desafiava as concepções tradicionais da época.

Atualmente, o James Webb Space Telescope (JWST), a mais recente maravilha da engenharia espacial, representa o ápice dessa tecnologia em prol do conhecimento cósmico.

Se você não conhece, o JWST é um telescópio espacial desenvolvido pela NASA, em colaboração com a Agência Espacial Europeia (ESA) e a Agência Espacial Canadense (CSA).

Ele é projetado para superar as limitações dos que vieram antes, como o Hubble, oferecendo uma visão mais nítida e profunda do universo. E ele tem conseguido tal feito.

Fotografias impressionantes do JWST

Recentemente, o telescópio James Webb surpreendeu os pesquisadores do programa de Física em Alta Resolução Angular em Galáxias Próximas (PHANGS, em inglês), ao captar imagens de galáxias em espiral com uma proximidade impressionante.

Esse projeto, que já utiliza outros telescópios, como o próprio Hubble, viu no Webb uma ferramenta única para aprimorar seus estudos.

As imagens obtidas pelo James Webb são verdadeiramente de cair o queixo. Elas revelam detalhes incríveis dessas galáxias, algo nunca visto.

Imagem de galáxia que impressiona pela qualidade – Imagem: NASA, ESA, CSA, STScI, Janice Lee (STScI), Thomas Williams, PHANGS/Reprodução

Dentre as descobertas, os pesquisadores conseguiram identificar buracos na distribuição de gás intergaláctico. Esses buracos se formaram quando uma ou mais estrelas explodiram em supernovas, dispersando o gás ao redor.

Outro ponto notável nas imagens é a observação do gás se espalhando para além da estrutura espiral da galáxia. Isso é algo extraordinário, pois geralmente só conseguimos ver a forma espiral a olho nu.

O James Webb permitiu uma visão mais ampla, ao mostrar como o gás se dispersa para além das fronteiras visíveis da galáxia.

Imagens reais de galáxias em espiral – Imagem: NASA, ESA, CSA, STScI, Janice Lee (STScI), Thomas Williams, PHANGS/Reprodução

Além disso, as fotografias mostram o centro galáctico de forma tão brilhante que cria um pico de difração característico de objetos supersaturados em primeiro plano.

Essa intensidade luminosa no centro da galáxia fornece dados valiosos para os cientistas, permitindo uma análise mais aprofundada das características do objeto.

Erik Rosolowsky, um dos coordenadores do programa, expressou entusiasmo ao afirmar que a quantidade de análise possível com essas imagens é muito maior do que qualquer coisa que a equipe poderia realizar anteriormente.

O James Webb não apenas forneceu retratos deslumbrantes, mas abriu novas perspectivas para a compreensão das galáxias em espiral e dos processos fascinantes que ocorrem dentro delas.

Tal colaboração entre os cientistas e a tecnologia espacial continua a nos surpreender e expandir nossos horizontes no vasto universo que nos rodeia.

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Mensagem aos humanos? Telescópio James Webb identifica objeto com formato peculiar; veja https://multiversonoticias.com.br/mensagem-aos-humanos-telescopio-james-webb-identifica-objeto-com-formato-peculiar-veja/ Wed, 02 Aug 2023 19:19:02 +0000 https://multiversonoticias.com.br/mensagem-aos-humanos-telescopio-james-webb-identifica-objeto-com-formato-peculiar-veja/

Quem nunca olhou para as nuvens e viu a forma de algum animal ou objeto? Essa é uma das brincadeiras mais comuns em todo o mundo: interpretar o que os céus têm a nos dizer. Agora, essa brincadeira ficou um pouco mais séria, pois a ESA (Agência Espacial Europeia) divulgou uma imagem de duas novas […]

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Quem nunca olhou para as nuvens e viu a forma de algum animal ou objeto? Essa é uma das brincadeiras mais comuns em todo o mundo: interpretar o que os céus têm a nos dizer.

Agora, essa brincadeira ficou um pouco mais séria, pois a ESA (Agência Espacial Europeia) divulgou uma imagem de duas novas estrelas e, juntas, elas parecem um ponto de interrogação.

Em um fascinante desenvolvimento para a exploração espacial, o renomado telescópio James Webb, lançado há pouco mais de um ano e meio, surpreendeu a comunidade científica ao avistar um objeto cósmico verdadeiramente enigmático no vasto universo.

Os astrônomos e especialistas espaciais ficaram perplexos ao identificar um corpo celeste que, estranhamente, se assemelha a um ponto de interrogação gigante flutuando no espaço profundo.

Veja o ponto de interrogação no espaço detectado por James Webb

Imagem: Nasa; ESA; CSA/Reprodução

A Agência Espacial Europeia (ESA) divulgou uma imagem detalhada de duas estrelas jovens em formação, chamadas Herbig-Haro 46/47, localizadas a 1.470 anos-luz da Terra, na constelação de Vela. Além das estrelas, a imagem mostrou um objeto intrigante abaixo delas, assemelhando-se a um ponto de interrogação cósmico gigante.

Especialistas do Space Telescope Science Institute (STScI) sugerem que o objeto possa ser uma galáxia distante ou, possivelmente, galáxias interativas. A interação entre elas poderia ter causado sua forma distorcida. Além disso, a cor vermelha destacada na imagem sugere que o objeto está bastante distante.

O evento curioso chamou a atenção da comunidade científica e dos interessados em assuntos de astronomia. Essa é a primeira vez que estrelas formando um sinal são registradas.

Saiba mais sobre o telescópio James Webb

O telescópio James Webb (JWST) é um observatório espacial desenvolvido por Nasa, ESA e CSA. Equipado com um espelho de 6,5 metros, ele opera no espectro infravermelho e tem a função de substituir o Hubble.

Seu lançamento ocorreu em dezembro de 2021 e ele está localizado a cerca de 1,5 milhão de quilômetros da Terra. Essa distância permite observações precisas e sensíveis para estudar a formação de estrelas, galáxias e exoplanetas, além da busca por sinais de vida em outros planetas.

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NASA quer colocar em prática projeto em busca de vida extraterrestre https://multiversonoticias.com.br/nasa-quer-colocar-em-pratica-projeto-em-busca-de-vida-extraterrestre/ Tue, 24 Jan 2023 16:39:52 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=92527
Nasa

Há seis meses, a National Aeronautics and Space Administration (Nasa) lançou o seu mais recente telescópio, o James Webb. Agora, está organizando outra exploração. O nome do próximo projeto é “Habitable Worlds Observatory” (HWO), traduzindo para o português: “Observatório de Mundos Habitáveis”. A seguir, saiba mais sobre o projeto da Nasa em busca de vida […]

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Nasa

Há seis meses, a National Aeronautics and Space Administration (Nasa) lançou o seu mais recente telescópio, o James Webb. Agora, está organizando outra exploração. O nome do próximo projeto é “Habitable Worlds Observatory” (HWO), traduzindo para o português: “Observatório de Mundos Habitáveis”. A seguir, saiba mais sobre o projeto da Nasa em busca de vida extraterrestre.

Novas expectativas após resultados do telescópio James Webb

Embora ainda não haja data de lançamento desse novo projeto, nem os valores disponibilizados para a construção, a agência estima que aproximadamente em 2024 ele esteja concluído. A comunidade científica já demonstra grande interesse nesse futuro lançamento, isso porque o James Webb em pouco tempo de atividade já apresentou resultados significativos.

Segundo o diretor responsável pela divisão de Física da agência espacial norte-americana, Marck Clampion, o projeto da Nasa em busca de vida extraterrestre, o HWO, vai se basear no James Webb. Ele ficará posicionado a aproximadamente 1,5 milhão de km da Terra, no local denominado L2. Esse é o lugar onde ocorre o equilíbrio gravitacional entre o Sol e a Terra, tornando possível a movimentação dos telescópios.

Normalmente, um telescópio possui durabilidade operacional estimada, mesmo que esse período possa se estender, como exemplo do Hubble, que teoricamente funcionaria por quinze anos e durou trinta. Porém, o grande diferencial do HWO é que, com ele, será possível acoplar partes mais avançadas, adaptando-o às atualizações. O telescópio James Webb, por exemplo, tem previsão para quinze anos de atividade, mas espera-se que esse tempo seja prolongado.

Enquanto aguardamos o lançamento do HWO, podemos observar em 2027 o lançamento do telescópio Roman, o qual tem o objetivo de coletar informações sobre energia negra, algo ainda não estudado e que tem se expandido em todo o Universo.

Outra missão é estudar os exoplanetas, ou seja, planetas que estão fora do Sistema Solar. Possivelmente, haverá grandes descobertas com esse telescópio enquanto o novo projeto da Nasa em busca de vida extraterrestre não é finalizado.

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Astrônomos estão intrigados com origem da estrela mais antiga da Via Láctea https://multiversonoticias.com.br/astronomos-descobrem-origem-da-estrela-mais-antiga-ja-vista/ Thu, 19 Jan 2023 12:09:03 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=90829

Estrela mais antiga da Via Láctea está deixando os astrônomos esperançosos sobre possíveis novas descobertas a respeito do que houve após o Big Bang. Entenda.

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A Via Láctea sempre está surpreendendo os astrônomos e, desta vez, o alvo de novas descobertas foi uma estrela muito antiga presente na galáxia. Não só a quantidade de tempo da existência dessa estrela é curiosa, mas sua origem também.

O Universo nos proporciona revelações admiráveis, pois a estrela da qual estamos falando é incrivelmente rara também. A composição dela envolve uma alta concentração de carbono e baixo teor de ferro.

Os astrônomos acreditam que a formação dessa estrela aconteceu por intermédio de materiais massivos do interior de outras estrelas, que juntos provocaram a explosão de Supernova durante a formação da Via Láctea.

A descoberta dessa formação química da estrela é muito importante para dar continuidade a pesquisas iniciadas uma década atrás, com o objetivo de entender mais a respeito da evolução do Universo após o Big Bang.

Sabe-se que estrelas como essa são antigas por terem um teor baixo de metal na composição que as envolve, por isso, assim como na terra os fósseis animais servem para nos levar ao passado, essas estrelas raras também levam os astrônomos ao início do Universo e à história do processo evolutivo.

Por que sua descoberta é tão significativa?

Essa estrela recebe a classificação SMSS 1605-1443 e o nome de Earendel. Além disso, ela não é apenas uma estrela antiga em nossa galáxia, é também um binário, e é isso que a faz ser extremamente rara entre todas as estrelas mais antigas que existem na galáxia.

Earendel já foi captada pelo telescópio James Webb e está localizada na constelação Cetus.

Imagem: Correio Braziliense

Sua localização estava a 12,9 bilhões de anos-luz da Terra, foi descoberta em 2018 e, segundo o professor da USP Élcio Abdalla, é valiosa para clarear os estudos científicos dos astrônomos. Veja o que ele disse abaixo:

“A observação desta estrela é importante, pois nos dá uma visão de como o Universo era há bilhões de anos atrás, nos permite conhecer melhor o nosso entorno, matérias e como as galáxias e o Universo estavam após o Big Bang e, consequentemente, nos dá uma visão do Universo desde nossa posição na Terra naquele momento.”

Daqui a alguns anos, essas descobertas serão contadas como a porta de entrada para outras ainda mais significativas e explicativas.

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Telescópio Espacial James Webb encontra duas galáxias com distorções https://multiversonoticias.com.br/telescopio-espacial-james-webb-encontra-duas-galaxias-com-distorcoes/ Mon, 09 Jan 2023 13:14:21 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=86049

O encontro dessas duas galáxias capturadas pelo telescópico James Webb se chama II ZW 96. Veja mais na matéria!

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Recentemente, o Telescópio Espacial James Webb encontrou duas galáxias alterando-se uma à outra quando se fundiam em um enorme encontro galáctico. A colisão cósmica capturada pelo telescópio é vista como II ZW 96.

Ela está a aproximadamente 500 milhões de anos-luz do planeta Terra, situada na constelação de Delfos. Isso ocorreu de acordo com uma informação da National Aeronautics and Space Administration (Nasa), no dia 30 de novembro do ano passado.(abre em nova aba)

A imagem foi feita pelo telescópio por meio de suas cargas incríveis de ponta NIRCam (Near-Infrared Camera) e MIRI (Mid-Infrared Instrument). Na II ZW 96, é possível ver de forma detalhada como as duas galáxias estão sendo modificadas por conta de suas atrações gravitacionais. Confira:

Imagem: ESA/Webb, NASA & CSA, L. Armus, A. Evans

II ZW 96

O sistema ainda conseguiu encontrar as duas galáxias em fusão, popularmente conhecidas pelos astrônomos como II ZW 96, com um par de seus equipamentos de primeira qualidade: NIRCam – a Câmera de Infravermelho Próximo – e MIRI, o Equipamento de Infravermelho Médio.

Os cientistas da Nasa concluem que os braços espirais existentes na galáxia inferior sofreram mudanças. Enquanto isso, os núcleos que parecem ser brilhosos das duas galáxias ligam-se pelas “gavinhas” com alto brilho, que dizem respeito aos lugares onde se formam as estrelas que fizeram da II ZW 96 um alvo tão curioso para o James Webb.

Objetivos das missões que envolvem o James Webb

Observar cada detalhe é uma das funções mais importantes do telescópio, pois somente dessa maneira é possível verificar como as galáxias crescem, concentrando-se especialmente nas chamadas Galáxias Infravermelhas Luminosas, que são próximas.

Essas galáxias, assim como a II ZW 96, são um ótimo exemplo. Isso porque são muitos brilhantes e ainda contêm alguns tamanhos diversos de onda infravermelhos. Além disso, têm luminosidades mais de 100 bilhões de vezes mais brilhantes que a do Sol, de acordo com a Nasa.

O sistema das galáxias que se encontram exatamente em fusão II ZW 96 é muito popular entre os astrônomos e foi notado anteriormente(abre em nova aba) pelo Telescópio Espacial Hubble e por telescópios terrestres.

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Telescópio James Webb impressiona cientistas com descobertas importantes https://multiversonoticias.com.br/telescopio-james-webb-impressiona-cientistas-com-descobertas-importantes/ Wed, 28 Dec 2022 17:34:48 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=80252
James Webb

Devido à aptidão de James Webb, ele está observando um por um os planetas encontrados dentro da estrela TRAPPIST-1.

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James Webb

Apenas um ano após o lançamento, o telescópio espacial conhecido como James Webb está superando todas as expectativas, e os astrônomos estão entusiasmados.

Lançado em 25 de dezembro de 2021, o observatório infravermelho de 10 bilhões de dólares foi projetado para aprender como as galáxias se formam e crescem. Ou seja, para espiar o Universo até a era das primeiras galáxias.

Ele também serve para assistir a estrelas nascerem dentro de seus embriões nebulosos, com detalhes sem precedentes. Assim como serve para sondar as atmosferas de exoplanetas e caracterizar alguns dos mundos rochosos mais próximos.

No entanto, a complexidade desse telescópio, incluindo seu espelho dobrável e segmentado de 21 pés (6,5 metros) e seu delicado protetor solar do tamanho de uma quadra de tênis, fez com que os astrônomos estivessem em suspense para saber se funcionaria como o esperado.

Mas eles não precisavam ter se preocupado.

“Acho que realmente não esperávamos que os resultados fossem tão bons”, disse Brenda Frye, astrônoma do Observatório Steward da Universidade do Arizona.

Surpresas

Desde a década de 1990, a TRAPPIST-1, uma estrela anã vermelha ultrafria, estimula a curiosidade e mais pesquisas em cima dela pelos astrônomos. Porém, com a tecnologia do James Webb, a estrela revelou muitas surpresas. Por exemplo, já se sabe que sete planetas orbitam a TRAPPIST-1, e são quase os oito do Sistema Solar.

Devido à aptidão do telescópio, ele está observando um por um dos planetas encontrados dentro da estrela. Com isso, conseguiu identificar que a estrela posicionada a 39 anos-luz da Terra não é semelhante ao Sol.

Além dessa descoberta, o James Webb identificou dados importantes, como a massa e o raio de cada um dos mundos, o que permitiu cálculos básicos das densidades dos planetas. E o mais incrível é que todos se assemelham à Terra!

Observações e trabalhos do telescópio

A principal razão pela qual o telescópio está funcionando tão bem é por causa de sua ótica superlativa, que é capaz de atingir sua resolução potencial máxima para a maioria dos comprimentos de onda infravermelha que ele observa.

Com o James Webb, estrelas individuais tão próximas, que antes eram indistinguíveis, agora podem ser resolvidas. Além disso, estruturas de galáxias muito distantes são agora discerníveis, e até mesmo algo próximo, como os Anéis de Netuno, estouram com o maior detalhe visto em décadas.

Não são apenas os planetas do nosso Sistema Solar que o telescópio está examinando. Um dos principais objetivos é detectar a composição das atmosferas dos exoplanetas usando a técnica de “espectroscopia de transmissão”, tentando identificar atmosferas alienígenas.

Entender melhor a formação de estrelas, em particular, é um processo crucial para entendê-la, por isso é algo que o objeto também ajuda a observar. Por sua vez, as estrelas são importantes porque conectam muitas coisas no Universo, estejam próximas ou distantes.

O James Webb impressionou os cientistas nos seis meses em que vem coletando dados desde que se tornou totalmente operacional em junho, mas os verdadeiros fogos de artifício ainda estão por vir com grandes descobertas que nos aguardam.

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Telescópio James Webb encontra atmosfera de exoplaneta jamais vista https://multiversonoticias.com.br/telescopio-james-webb-encontra-atmosfera-de-exoplaneta-jamais-vista/ Mon, 28 Nov 2022 21:58:24 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=68947
Exoplaneta

Embora o JWST e outros telescópios tenham revelado ingredientes isolados da atmosfera, as novas leituras fornecem muito mais. Confira!

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Exoplaneta

O telescópio espacial James Webb acaba de marcar outra estreia: um retrato molecular e químico detalhado dos céus de um mundo distante.

A gradação de instrumentos hipersensíveis do telescópio foi apontada para a atmosfera de um “Saturno quente” – um planeta tão abundante quanto Saturno orbitando uma estrela a cerca de 700 anos-luz de distância – conhecido como WASP-39 b.

Embora o James Webb e outros telescópios espaciais, incluindo o Hubble e o Spitzer, tenham revelado anteriormente ingredientes isolados da atmosfera deste planeta escaldante, as novas leituras fornecem um menu completo de átomos, moléculas e até de sinais de química ativa e nuvens.

Foto: Melissa Weiss / Centro de Astrofísica | Harvard e Smithsonian.

Segundo Mercedes López-Morales, astrônoma do Centro de Astrofísica (Harvard & Smithsonian) e uma das cientistas que contribuíram para os novos resultados:

“A clareza dos sinais de várias moléculas diferentes nos dados é notável.”

“Tínhamos previsto que veríamos muitos desses sinais, mas ainda assim, quando vi os dados pela primeira vez, fiquei pasma”, acrescenta López-Morales.

Os dados mais recentes também dão uma dica de como essas nuvens em exoplanetas podem parecer de perto: quebradas, em vez de um único cobertor uniforme sobre o planeta.

Foto: NASA, ESA, CSA, J. Olmsted (STScI).

As descobertas indicam um bom presságio para a capacidade do JWST de conduzir uma ampla gama de investigações em exoplanetas, que são planetas em torno de outras estrelas. Isso já era algo que os cientistas esperavam.

O conjunto de descobertas é aprofundado na coleção de cinco artigos científicos recém-submetidos, disponíveis no site de pré-impressão arXiv.

Entre as revelações sem precedentes está a primeira detecção na atmosfera de um exoplaneta de dióxido de enxofre, uma molécula produzida a partir de reações químicas desencadeadas pela luz de alta energia da estrela-mãe do planeta.

Na Terra, a camada protetora de ozônio na atmosfera superior é concebida de um jeito bem similar. Para conseguir visualizar a luz do WASP-39 b, o JWST rastreou o planeta enquanto ele passava na frente de sua estrela, permitindo que parte da sua luz fosse filtrada pela atmosfera do planeta.

Contudo, tipos diferentes de produtos químicos na atmosfera absorvem dessemelhantes cores do espectro da luz das estrelas. Então, as cores que faltam mostram aos astrônomos quais moléculas estão presentes.

Por fim, ao analisar com tanta precisão a atmosfera de um exoplaneta, os instrumentos do JWST tiveram um desempenho muito além das expectativas dos cientistas, e os profissionais prometem uma nova fase de exploração entre a ampla variedade de exoplanetas na galáxia.

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Telescópio James Webb registra dança de sistema estelar https://multiversonoticias.com.br/telescopio-james-webb-registra-danca-de-sistema-estelar/ Tue, 18 Oct 2022 18:44:38 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=62236

Localizado há cinco mil anos-luz da Terra, um sistema estelar foi registrado pelo Telescópio Espacial James Webb “dançando” entre o par, gerado por aproximadamente 17 anéis de poeira cósmica. Pela primeira vez na história foi possível registrar tal evento. Conforme um pronunciamento feito pela NASA, o acontecimento registrado pelo Telescópio James Webb foi chamado de […]

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Localizado há cinco mil anos-luz da Terra, um sistema estelar foi registrado pelo Telescópio Espacial James Webb “dançando” entre o par, gerado por aproximadamente 17 anéis de poeira cósmica.

Pela primeira vez na história foi possível registrar tal evento. Conforme um pronunciamento feito pela NASA, o acontecimento registrado pelo Telescópio James Webb foi chamado de “Wolf-Rayet 140”. O telescópio chegou a custar US$ 10 bilhões.

No entanto, a “dança” pode ser explicada pelos cientistas. De acordo com as informações, ambas as estrelas possuem órbitas entrelaçadas, no momento em que elas se aproximam uma da outra acabam gerando tal padrão anelar único.

Porém, isso apenas se repete a cada oito anos, e os anéis de poeira cósmica são formados por meio das aproximações entre os astros, juntamente com uma mistura de seus respectivos gases.

“Esses anéis de poeira são como os anéis de crescimento em um tronco de árvore, que marcam a passagem do tempo”, diz o comunicado da agência que divulgou a imagem captada pelo Webb.

Quando o Telescópio James Webb estava no solo, ele havia captado somente a formação de dois anéis produzidos pela “dança” estelar, o qual havia sido feito por uma espécie rara de estrela que estava prestes a desaparecer juntamente com uma estrela de classe O, isto é, uma estrela que possui uma massa 30 vezes maior do que a do sol.

Buscar compreender mais sobre tais acontecimentos é muito necessário, uma vez que pode ser um ponto essencial para entender sistemas semelhantes, os quais foram responsáveis por desempenhar grandes papéis na formação do que chamamos de Universo, de acordo a revista Nature Astronomy.

“É possível que as estrelas de Wolf-Rayet tenham produzido muita poeira ao longo da história da galáxia antes de explodir e/ou formar buracos negros”, afirma o astrofísico Patrick Morris, do Centro de Processamento e Análise de Infravermelho (IPAC), um fragmento do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech).

Segundo as palavras de Morris, há muitos outros anéis semelhantes no sistema além dos que foram registrados na imagem, os quais encontram-se tão fracos e distantes que nem mesmo por meio do Telescópio Espacial James Webb é possível percebê-los.

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