Arquivos galaxias - Multiverso Notícias - Diariamente o melhor do mundo POP, GEEK e NERD! https://multiversonoticias.com.br/assunto/galaxias/ Diariamente notícias sobre filmes, séries, quadrinhos, games, animes, ciência, tecnologia e humor! Fri, 09 Feb 2024 12:42:07 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.0.2 Telescópio James Webb captura galáxias em espiral como nunca visto https://multiversonoticias.com.br/telescopio-james-webb-captura-galaxias-em-espiral-como-nunca-visto/ Fri, 09 Feb 2024 12:44:05 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=196632

O telescópio espacial James Webb desvenda segredos cósmicos com imagens deslumbrantes, ao revelar mais sobre as galáxias em espiral.

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O conhecimento humano é verdadeiramente extraordinário, revelando-se em sua capacidade de explorar os vastos e misteriosos confins do espaço.

Uma das ferramentas mais impressionantes nessa busca incessante por compreensão cósmica é o telescópio, uma invenção que revolucionou nossa visão do universo.

Desde os primórdios da observação astronômica, esses equipamentos têm sido fundamentais para desvendar os segredos do cosmos.

Galileu Galilei, em 1609, fez história ao apontar pela primeira vez um telescópio para o céu noturno, encontrando luas na órbita de Júpiter e manchas solares, o que desafiava as concepções tradicionais da época.

Atualmente, o James Webb Space Telescope (JWST), a mais recente maravilha da engenharia espacial, representa o ápice dessa tecnologia em prol do conhecimento cósmico.

Se você não conhece, o JWST é um telescópio espacial desenvolvido pela NASA, em colaboração com a Agência Espacial Europeia (ESA) e a Agência Espacial Canadense (CSA).

Ele é projetado para superar as limitações dos que vieram antes, como o Hubble, oferecendo uma visão mais nítida e profunda do universo. E ele tem conseguido tal feito.

Fotografias impressionantes do JWST

Recentemente, o telescópio James Webb surpreendeu os pesquisadores do programa de Física em Alta Resolução Angular em Galáxias Próximas (PHANGS, em inglês), ao captar imagens de galáxias em espiral com uma proximidade impressionante.

Esse projeto, que já utiliza outros telescópios, como o próprio Hubble, viu no Webb uma ferramenta única para aprimorar seus estudos.

As imagens obtidas pelo James Webb são verdadeiramente de cair o queixo. Elas revelam detalhes incríveis dessas galáxias, algo nunca visto.

Imagem de galáxia que impressiona pela qualidade – Imagem: NASA, ESA, CSA, STScI, Janice Lee (STScI), Thomas Williams, PHANGS/Reprodução

Dentre as descobertas, os pesquisadores conseguiram identificar buracos na distribuição de gás intergaláctico. Esses buracos se formaram quando uma ou mais estrelas explodiram em supernovas, dispersando o gás ao redor.

Outro ponto notável nas imagens é a observação do gás se espalhando para além da estrutura espiral da galáxia. Isso é algo extraordinário, pois geralmente só conseguimos ver a forma espiral a olho nu.

O James Webb permitiu uma visão mais ampla, ao mostrar como o gás se dispersa para além das fronteiras visíveis da galáxia.

Imagens reais de galáxias em espiral – Imagem: NASA, ESA, CSA, STScI, Janice Lee (STScI), Thomas Williams, PHANGS/Reprodução

Além disso, as fotografias mostram o centro galáctico de forma tão brilhante que cria um pico de difração característico de objetos supersaturados em primeiro plano.

Essa intensidade luminosa no centro da galáxia fornece dados valiosos para os cientistas, permitindo uma análise mais aprofundada das características do objeto.

Erik Rosolowsky, um dos coordenadores do programa, expressou entusiasmo ao afirmar que a quantidade de análise possível com essas imagens é muito maior do que qualquer coisa que a equipe poderia realizar anteriormente.

O James Webb não apenas forneceu retratos deslumbrantes, mas abriu novas perspectivas para a compreensão das galáxias em espiral e dos processos fascinantes que ocorrem dentro delas.

Tal colaboração entre os cientistas e a tecnologia espacial continua a nos surpreender e expandir nossos horizontes no vasto universo que nos rodeia.

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NASA descobre novas galáxias com formatos SURPREENDENTES; confira https://multiversonoticias.com.br/nasa-descobre-novas-galaxias-com-formatos-surpreendentes-confira/ Sat, 27 Jan 2024 14:45:06 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=194336

Telescópios da NASA capturaram imagens de duas galáxias com formatos que chamam a atenção dos cientistas.

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A Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço dos EUA (NASA) revelou uma descoberta cósmica adorável por meio de sua página oficial no Instagram.

As imagens divulgadas revelam um par de galáxias em formato de pinguim e ovo, capturadas pelos telescópios espaciais Hubble e Spitzer da NASA, conhecidas como Arp 142.

Situadas a impressionantes 23 milhões de anos-luz de distância, estas galáxias oferecem uma visão única do cosmos, estando aproximadamente 10 vezes mais longe de nós do que a galáxia Andrômeda.

A galáxia de Andrômeda possui o formato de espiral barrada e é a vizinha mais próxima da Via Láctea, que é a galáxia que abriga o nosso Sistema Solar.

Como a NASA descreve essas galáxias?

A parte reconhecida como ‘pinguim’ do par foi oficialmente identificada como NGC 2936. Essa galáxia apresenta uma forma espiral torcida e distorcida pela atração de sua vizinha, formando o fascinante conjunto chamado Arp 142.

A NASA descreve a galáxia ‘pinguim’ como apresentando filamentos retorcidos de azul e vermelho, delineando a forma de um pinguim no brilho branco e salpicado do corpo galáctico.

Imagem de galáxias capturadas pelos telescópios da NASA – Imagem: NASA/Reprodução

Fios de linhas enferrujadas caem em cascata do ‘bico’ do pinguim até seu ‘torso’, criando assim um verdadeiro espetáculo cósmico contra um fundo preto salpicado por estrelas pequenas e fracas, além de duas estrelas mais brilhantes no topo da imagem.

Por outro lado, a galáxia ‘Ovo’, oficialmente NGC 2937, apresenta uma distribuição suave de estrelas antigas, ocultando qualquer formato causado por seu vizinho.

Posicionada logo abaixo do “Pinguim”, esta galáxia surge como um retângulo azul-turquesa brilhante.

Imagem de galáxias capturadas pelos telescópios da NASA – Imagem: NASA/Reprodução

A NASA sugere que, ao longo do tempo, a gravidade aproximará as duas galáxias até que eventualmente se fundam em uma única entidade, um fenômeno comum na história das grandes galáxias, incluindo a Via Láctea.

Essas imagens iniciais do Arp 142 foram capturadas pelos telescópios espaciais Spitzer e Hubble da NASA em 2018.

Agora, com a antecipação do lançamento do Telescópio Espacial James Webb, espera-se uma visão ainda mais nítida, capturando todos os comprimentos de onda de luz desses fenômenos cósmicos.

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James Webb descobre uma nova galáxia extremamente compacta; confira https://multiversonoticias.com.br/james-webb-descobre-uma-nova-galaxia-extremamente-compacta/ Sun, 23 Apr 2023 16:23:45 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=130173
Galáxia parece ter saído de filme

O satélite James Webb está sempre revelando novas descobertas sobre o nosso universo. A mais nova delas, é uma galáxia de tamanho compacto!

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Galáxia parece ter saído de filme

É de fato inegável o quanto o satélite James Webb tem auxiliado a Ciência. O satélite, lançado em 2021, alcançou o seu ponto de “residência” no início do ano passado, e desde então tem praticamente toda a semana proporcionado uma nova e incrível descoberta científica.

Tudo isso se deve à forma como o satélite foi construído, pois sua tecnologia mais avançada não apenas permite uma resolução melhor das imagens do espaço, como também nos permite olhar milhões ou até mesmo bilhões de anos para o passado.

Para aqueles que não compreenderam a última frase, aqui vai uma rápida explicação. A luz é a matéria mais rápida que existe no Universo, mas ainda assim ela possui um limite. Portanto, sendo o Universo imensuravelmente gigantesco, levam-se bilhões de anos, muitas vezes, para que a luz chegue até a Terra.

Além disso, a luz possui diferentes comprimentos, conhecidos como “ondas”. Essas ondas são o que diferenciam, por exemplo, radiação (luz) gama de radiação visível, ou seja, as cores.

O James Webb é capaz de captar radiação infravermelha, ou seja, um comprimento de luz que já viajou por muito tempo e agora está “fraca”. Sendo assim, podemos ver, por meio das imagens desse satélite, luzes que foram emitidas muito tempo atrás. Logo, vemos o passado mais distante do Universo.

O que sabemos sobre a galáxia ‘compacta’?

A mais recente descoberta, publicada na revista Science, foi de uma galáxia vista cerca de 13,3 bilhões de anos atrás. Essa galáxia chamou muita atenção dos cientistas por conta de seu pequeno tamanho. Afinal, ela é cerca de mil vezes menor que a Via Láctea, possuindo apenas 100 anos-luz de diâmetro.

Além de seu diminuto tamanho, outra questão que chamou a atenção dos cientistas foi o fato de que essa galáxia possui uma formação de estrelas muito rápida. Sua formação de estrelas é impressionante pelo fato de ser pequena, ou seja, possui menos matéria.

Para fins de comparação, essa nova (antiga, na realidade) galáxia tem uma taxa de formação de estrelas igual ou até maior que a da Via Láctea, que é mil vezes maior que ela.

Vale ressaltar também que a visualização dessa galáxia somente foi possível graças ao fenômeno das lentes gravitacionais.

Esse fenômeno acontece quando uma galáxia ou corpo celeste é tão massivo que distorce a luz ao seu redor. Então, por vezes permite ao visualizador enxergar outras galáxias ou objetos atrás daquela galáxia, tal qual acontece na imagem a seguir:

Galáxia Compacta James Webb
Imagem: ESA, NASA, CSA/James Webb, P. Kelly

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James Webb CHOCA cientistas com dados sobre origem do universo https://multiversonoticias.com.br/james-webb-choca-cientistas-com-dados-da-origem-do-universo/ https://multiversonoticias.com.br/james-webb-choca-cientistas-com-dados-da-origem-do-universo/#comments Tue, 28 Feb 2023 00:04:33 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=107587

A NASA divulgou novas imagens captadas pelo James Webb, as quais apresentam galáxias perfeitamente desenvolvidas pouco após o Big Bang.

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O enorme satélite James Webb, lançado ao espaço no dia 25 de dezembro de 2021, prometia enormes descobertas para a ciência, e de fato, cumpriu com o seu propósito.

Para aqueles que desconhecem, James Webb é o satélite mais avançado já colocado em órbita. Para a sua construção, foram realizados investimentos com a colaboração entre a NASA, a agência espacial canadense e a agência espacial europeia.

Com o esforço realizado por essa agência, agora será possível conhecer o universo em momentos muito próximos ao Big Bang. E agora você deve estar se perguntando: como assim, muito perto do Big Bang? Acontece que, apesar das partículas de luz serem a coisa mais rápida do universo, a sua velocidade tem um limite de 299.792.458 m/s ou então, 299.792,458 km/h.

Apesar dessa absurda velocidade, o universo é extremamente maior do que isso. Portanto, quando olhamos para as estrelas no céu, na realidade enxergamos o passado, pois a luz que chega até a Terra foi emitida muito anos antes.

A exemplo de comparação, Alpha Centauri é a estrela mais próxima a Terra e está a 4,4 anos-luz de distância. Portanto, quando olhamos para ela, a vemos como ela era 4,4 anos atrás.

Descobertas de James Webb

Compreendendo como funciona o sistema dos anos-luz, a pretensão dos cientistas era de captar luzes mais distantes da Terra, que foram emitidas “apenas” alguns milhões de anos após o Big Bang. Sendo assim, elas podem demonstrar para os pesquisadores como foram os primeiros anos do nosso universo.

A mais recente descoberta envolvendo essa época chocou os cientistas. Isso pois, segundo as imagens divulgadas pelas agências NASA (EUA), ESA (Europa) e CSA (Canadá), assim como o artigo científico publicado na revista digital Nature, foram descobertas seis galáxias plenamente desenvolvidas.

Para quem não compreendeu qual a importância dessa descoberta, aqui vai um rápido resumo:

O que sabemos atualmente é que as galáxias se formam a partir de nuvens de poeira e gás, as quais foram pequenas estrelas (protoestrelas) que posteriormente se juntam formando uma ou mais estrelas, enquanto os requisitos de massa presentes na nuvem passam a girar em torno da estrela até formar planetas, cometas e asteroides.

No entanto, esse processo leva milhões de anos para acontecer, e esperava-se que isso não houvesse acontecido tão rápido no limiar dos tempos. Segundo acreditava-se até o momento, havia apenas galáxias em formação, e não completamente formadas e gigantescas como as seis avistadas pelo satélite.

Apesar do professor responsável pela pesquisa, Joel Leja, apontar que existem fortes indícios de que realmente são galáxias, ele também aponta para a possibilidade de que sejam buracos negros supermassivos.

Como o próprio professor aponta no trecho logo abaixo, mesmo esperando encontrar questões desconhecidas para a ciência, os dados encontrados são superiores a tudo que foi previsto para a época. Além disso, pode ser vista abaixo do trecho a foto das galáxias divulgada pelas agências espaciais.

“Independentemente disso, a quantidade de massa que descobrimos significa que a massa conhecida nas estrelas neste período do nosso Universo é até 100 vezes maior do que pensávamos anteriormente”, disse Leja.

Foto: NASA/ESA/CSA

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MAIOR galáxia de todos os tempos é descoberta! https://multiversonoticias.com.br/maior-galaxia-de-todos-os-tempos-e-descoberta/ Fri, 09 Dec 2022 11:52:48 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=71748

Entre tantos mistérios que permeiam o mundo e o Universo, as radiogaláxias gigantes são mais um enigma no meio dessas questões.

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No início de 2022, astrônomos acharam uma galáxia enorme há cerca de 3 bilhões de anos-luz de distância da Terra. Alcioneu é uma radiogaláxia que chega a 5 megaparsecs (1 parsec corresponde a 3.260.000 anos-luz) no espaço.

Ela conta, ainda, com 16,3 milhões de anos-luz de comprimento, constituindo a maior estrutura conhecida de origem galáctica.

Entre tantos mistérios que permeiam o mundo e o universo, as radiogaláxias gigantes são mais um no meio disso tudo.

Elas se compõem em uma galáxia hospedeira (que é o aglomerado de estrelas orbitando um núcleo galáctico contendo um buraco negro supermassivo), bem como jatos colossais e lóbulos que irrompem do centro galáctico.

Contextualizando a situação

Um buraco negro supermassivo ativo no centro galáctico geralmente é o que produz os jatos. Mais precisamente um buraco negro como “ativo” quando está devorando (ou “agregando”) massa de um disco gigante de material ao seu redor.

Contudo, algo que realmente não se sabe é por qual motivo, em algumas galáxias, elas crescem para tamanhos absolutamente gigantescos, em escalas de megaparsec, chamadas de radiogaláxias gigantes.

Os pesquisadores liderados pelo astrônomo Martijn Oei, do Observatório de Leiden, na Holanda, explicaram, em seu paper publicado em abril deste ano, o seguinte:

“Se existem características de galáxias hospedeiras que são uma causa importante para o crescimento de radiogaláxias gigantes, então as hospedeiras das maiores radiogaláxias gigantes provavelmente as possuem.”

“Da mesma forma, se existem ambientes particulares de grande escala que são altamente propícios ao crescimento de radiogaláxias gigantes, então as maiores radiogaláxias gigantes provavelmente residirão neles.”

Em busca dos valores

Os pesquisadores buscaram esses valores atípicos nos dados coletados pelo Low-Frequency Array (LOFAR) na Europa, uma rede interferométrica composta por cerca de 20 mil antenas de rádio distribuídas em 52 locais em toda a Europa.

E então eles refizeram os dados por meio de uma nova segmentação, retirando fontes de rádio compactas que poderiam atrapalhar e mudar as detecções de lóbulos de rádio difusos, corrigindo a distorção óptica.

As imagens resultantes, segundo a equipe, representam a pesquisa mais sensível já realizada para os lóbulos da radiogaláxia.

Em seguida, eles usaram a melhor ferramenta de reconhecimento de padrões disponível e que, segundo os cientistas, foram seus olhos para localizar seu alvo.

Foi assim que eles encontraram Alcioneu se destacando de uma galáxia a alguns bilhões de anos-luz de distância.

“Além da geometria, Alcioneu e sua hospedeira são suspeitamente comuns: a densidade total de luminosidade de baixa frequência, a massa estelar e a massa do buraco negro supermassivo são todas menores, embora semelhantes, do que as das radiogaláxias gigantes mediais”, escreveram os pesquisadores.

“Assim, galáxias muito massivas ou buracos negros centrais não são necessários para o crescimento das gigantes, e se o estado observado for representativo da fonte ao longo de sua vida, nem a alta potência de rádio.”

O que quer que esteja por trás disso tudo, os pesquisadores acreditam que Alcioneu esteja crescendo ainda mais e distante na escuridão cósmica.

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Buraco negro é filmado no exato momento em que devora estrela; veja o vídeo https://multiversonoticias.com.br/buraco-negro-e-filmado-no-exato-momento-em-que-devora-estrela/ Sun, 04 Dec 2022 19:27:17 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=70771

Nem todos sabem, mas a grande maioria das galáxias possui um buraco negro em seu centro, embora nem sempre eles estejam ativos.

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Dentro de quase todas as galáxias, há buracos negros inativos, ou seja, eles não estão consumindo nada e por isso não emitem luz. No entanto, recentemente, um buraco negro foi descoberto no ato ao devorar uma estrela. Siga a leitura para saber mais.

Vamos a uma explicação um pouco mais didática: quando uma estrela se aproxima demais de um buraco negro, uma intensa força gravitacional começa a despedaçá-la, esticando sua matéria como se fosse uma linha e a estrela é destroçada.

Estes eventos onde uma estrela é devorada por buracos negros é bem raro, mas quando acontecem, são muito violentos. Quando esse evento ocorre, recebe o nome de Evento de Ruptura de Maré (em inglês, TDE).

Geralmente, esses eventos ocorrem uma vez a cada dez mil anos em uma galáxia típica e seus acontecimentos são raríssimos.

A equipe de astrônomos precisou coletar dados com 21 telescópios diferentes e comparar as informações com modelos teóricos de vários tipos de eventos extremos conhecidos, como o colapso de estrelas e explosões de quilonovas.

Contudo, só o que explicava os dados obtidos era um fenômeno chamado “disrupção de maré”, que é quando um buraco negro devora uma estrela esticando-a como a um chiclete.

Anteriormente, houve outras ocorrências de Rompimento de Maré, os eventos foram observados antes e sem jatos apontados em nossa direção, diferentes desses de agora.

Os jatos são formados por partículas que estão se transportando em velocidades próximas à da luz, entretanto, ainda não foi possível definir a origem desses elementos.

Eles são geralmente percebidos como raios-X ou raios gamas, mas em específico o jato, que foi observado em pesquisa publicada hoje, foi percebido como uma emissão de luz visível.

O mais intrigante de tudo é que a galáxia de onde o jato se originou ainda não é conhecida, dificultando a identificação do fenômeno, já que não se tinha certeza de que existia um buraco negro eloquente em seu miolo.

Agora, os pesquisadores pretendem identificar de onde ele veio e entender as propriedades do buraco negro que originou esse raro fenômeno. Eles pretendem usar o telescópio James Webb.

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Cientistas confirmam que galáxia vizinha possui natureza ‘canibal’ https://multiversonoticias.com.br/cientistas-confirmam-que-galaxia-andromeda-possui-natureza-canibal/ Fri, 02 Dec 2022 19:49:43 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=70717
galaxias

Novas pesquisas apontam que nossa galáxia vizinha, chamada Andrômeda, 'canibaliza' galáxias menores para crescer; entenda.

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galaxias

A galáxia de Andrômeda, que colidirá com a nossa Via Láctea daqui cerca 4 bilhões de anos, pode ser um “canibal cósmico” que cresce ao devorar galáxias menores.

A pesquisa, que está atualmente disponível no servidor de pré-impressão arXiv e será publicada na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, baseia essa teoria na descoberta de uma estrutura de estrelas, chamada aglomerado globular, na galáxia de Andrômeda.

Esses aglomerados globulares têm sua origem fora da galáxia e foram chamados de Estrutura Dulais em homenagem à palavra galesa para “fluxo negro”.

“Alguns anos atrás, descobrimos que nos arredores distantes de Andrômeda havia um sinal nos objetos que a orbitam de que a galáxia não estava pastando, mas havia comido grandes quantidades em duas épocas distintas. 

O que este novo resultado faz é fornecer uma imagem mais clara de como nosso universo local se uniu – está nos dizendo que, pelo menos em uma das grandes galáxias, houve essa alimentação esporádica de pequenas galáxias”, disse o principal autor Geraint Lewis em uma declaração de imprensa da Universidade de Sydney.

A estrutura de Dulais e como as galáxias crescem

A Estrutura Dulais é formada a partir dos restos de um evento massivo de alimentação e é um fluxo escuro iluminado por aglomerados de estrelas que são diferentes de outros na galáxia de Andrômeda. Segundo os pesquisadores, isso apresenta evidências de que as galáxias crescem consumindo sistemas menores.

A galáxia contém assinaturas de dois grandes eventos de alimentação. O mais recente deles ocorreu em algum momento nos últimos 5 bilhões de anos, enquanto o outro aconteceu entre 8 e 10 bilhões de anos atrás.

Estudar a galáxia de Andrômeda ajuda os cientistas a entender melhor nossa própria galáxia, a Via Láctea. Como estamos dentro dela, fazer observações sobre a galáxia é difícil, pois elas tendem a ser obscurecidas.

A distante galáxia de Andrômeda, por outro lado, oferece uma “visão panorâmica” para os cientistas. Ainda não está claro como a Via Láctea se alimentava, mas evidências de Andrômeda apontam para tais grandes eventos de alimentação e crescimento.

Contudo, para a próxima fase da pesquisa, os astrofísicos esperam descobrir se a Via Láctea fez as mesmas coisas que Andrômeda ou se é diferente de alguma forma. Eles também se esforçarão para “criar um relógio mais preciso” de quando os eventos de alimentação de Andrômeda ocorreram.

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Conheça as 6 imagens mais importantes feitas do espaço https://multiversonoticias.com.br/conheca-as-6-imagens-mais-importantes-feitas-do-espaco/ Mon, 25 Jul 2022 17:04:11 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=47604

Com o telescópio James Webb, a NASA tira fotos impressionantes do espaço. Recentemente, cinco imagens foram divulgadas, onde podem ser vistas galáxias de 600 milhões de anos. Leia mais: Entenda como 3 espaçonaves foram afetadas pelo eclipse lunar Toda essa descoberta é um grande passo para a ciência e humanidade, com a compreensão do universo sendo […]

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Com o telescópio James Webb, a NASA tira fotos impressionantes do espaço. Recentemente, cinco imagens foram divulgadas, onde podem ser vistas galáxias de 600 milhões de anos.

Leia mais: Entenda como 3 espaçonaves foram afetadas pelo eclipse lunar

Toda essa descoberta é um grande passo para a ciência e humanidade, com a compreensão do universo sendo cada vez mais explorada. Mas, estas não são as únicas fotos importantes do espaço.

Antes do lançamento do James Webb, houveram muitas outras fotografias icônicas do espaço, que foram igualmente importantes para a humanidade. Veja abaixo as imagens mais icônicas do espaço:

Plutão

O planeta-anão está a 3 bilhões de quilômetros da Terra e, até 2015, todas as imagens dele mostravam apenas um ponto de luz. Mas uma missão da espaçonave New Horizons, que passou por perto de Plutão, pode mostrar que a geografia dele é muito dinâmica.

Devido à superfície lisa, é sugerido que ele se remodele constantemente e ainda se especula que há um mar lamacento sobre suas crateras.

Buraco Negro

Este é um dos fenômenos mais enigmáticos do universo e, em 2019, foi possível ter a primeira imagem de um buraco negro, o M87, que fica localizado no centro da galáxia Messier 87 (M87). Na imagem, é possível notar uma luz laranja e branca, que provavelmente é de uma matéria sendo destruída por ele.

Visita interestelar

Um cometa, que não faz parte do nosso sistema solar, passou bem rapidinho por aqui em 2019, sua imagem foi registrada pelo Telescópio Hubble. Ele foi apelidado de 2l/Borisov e passou a 160.000 km/h, o que é muito rápido para o sol captar em sua órbita.

Terra vista de Saturno

Antes de desaparecer na atmosfera de Saturno em 2017, a espaçonave Cassini realizou diversas imagens impressionantes. A mais interessante foi a feita no lado escuro de Saturno, onde à Terra aparece no fundo, em uma distância tão grande que não passa de um pontinho.

Foto em Marte

Após uma missão perigosa, o rover Curiosity pousou em Marte, com isso, conseguiu diversas imagens muito interessantes, mas em 2015 ele tirou uma selfie engraçadinha no planeta. Fora isso, ele conseguiu confirmar que o planeta já foi fonte de água corrente e, no passado, poderia ter sido hospitaleiro para vida.

eXtreme Deep Field

Esta imagem foi feita pelo telescópio Hubble em 2012, nela pode-se contar 5,5 mil galáxias em uma porção pequena do céu, equivalente a 30 milionésimos de todo o espaço. Isso mostra o quanto ainda há de desconhecido e, provavelmente, nunca conseguiremos explorar quase nada disso tudo.

Isso aumenta a ideia de que não estamos sozinhos no universo, pois há uma infinidade de galáxias.

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Simulação consegue reproduzir o som de buraco negro ‘engolindo’ estrela https://multiversonoticias.com.br/simulacao-consegue-reproduzir-o-som-de-buraco-negro-engolindo-estrela/ Sat, 07 May 2022 13:07:41 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=34791
Físico afirma ter criado a máquina do tempo

Você já ouviu aquele estranho barulho que soa quando estamos em um local fechado ou em uma altitude mais elevada? Então, um som parecido com esse foi ouvido de um buraco negro. Como sabemos disso? Leia mais! Veja também: NASA anuncia que em 2031 a Estação Espacial Internacional (EEI) será desativada e cairá na terra  Pois, […]

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Físico afirma ter criado a máquina do tempo

Você já ouviu aquele estranho barulho que soa quando estamos em um local fechado ou em uma altitude mais elevada? Então, um som parecido com esse foi ouvido de um buraco negro. Como sabemos disso? Leia mais!

Veja também: NASA anuncia que em 2031 a Estação Espacial Internacional (EEI) será desativada e cairá na terra 

Pois, foi divulgado pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MTI), resultado de uma pesquisa sobre assinaturas de reverberação de binários de raios-X em massa baixa.

Esse áudio possui uma duração de aproximadamente 10 segundos, de acordo com os pesquisadores, isso é a representação de um buraco negro engolindo uma estrela em órbita.

A fim de reproduzir o som foram necessários ecos de luz de raio-X, os quais são liberados quando o buraco negro suga o gás e a poeira da sua “presa”.

Pesquisas como essa são úteis para que o ser humano compreenda como os buracos negros supermassivos poderiam se moldar a formação de galáxias inteiras ao ejetar partículas cósmicas.

Esses buracos negros movimentam-se como uma espécie de poço gravitacional intensamente forte do espaço-tempo.

De acordo com informações concedidas pelo MIT, os arredores dessas misteriosas regiões do cosmo se iluminam somente no momento em que irão “engolir” uma determinada estrela, no instante em que drenarão dela todo o seu gás e poeira estelar e, ao mesmo tempo soltam inúmeras rajadas intensas de luz de raio-X.

Para Erin Kara, professora assistente do Departamento de Física do MIT e coautora do estudo, o som presente neste áudio apenas é uma simulação sobre o momento em que o eco de raio-X é utilizado para envolver a estrela, transformado em ondas sonoras compreensíveis. Pois, é praticamente impossível registrar o som original devido a estarmos a anos-luz de distância.

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