Arquivos galáxia - Multiverso Notícias - Diariamente o melhor do mundo POP, GEEK e NERD! https://multiversonoticias.com.br/assunto/galaxia/ Diariamente notícias sobre filmes, séries, quadrinhos, games, animes, ciência, tecnologia e humor! Sun, 15 Sep 2024 22:20:37 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.0.2 Diferentões da galáxia! 3 planetas mais bizarros que não estão no Sistema Solar https://multiversonoticias.com.br/diferentoes-da-galaxia-3-planetas-mais-bizarros-que-nao-estao-no-sistema-solar/ Sun, 15 Sep 2024 22:22:32 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=206345

Saiba mais sobre planetas curiosos, como o KELT-9 e o TrES-2b, que surpreendem astrônomos. Eles ficam fora do Sistema Solar.

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Quando pensamos no espaço, estrelas gigantescas e planetas como a Terra vêm à mente. No entanto, existem planetas curiosos que desafiam nossas expectativas e nos mostram que o universo é ainda mais bizarro do que imaginamos.

Seja pela temperatura, composição ou até pela escuridão extrema, esses planetas fogem do que estamos acostumados a ver no nosso Sistema Solar. Você já ouviu falar sobre eles?

1. KELT-9: planeta mais quente entre os planetas curiosos

Crédito: NASA’s Goddard Space Flight Center/Chris Smith (USRA)

Entre os planetas curiosos que desafiam o senso comum, o KELT-9 ganha destaque. Afinal, enquanto é comum associarmos calor extremo a estrelas, o KELT-9 supera até mesmo algumas delas.

Com uma temperatura de 4.300°C, ele apresenta uma atmosfera tão quente que contém ferro atômico e titânio. O calor absurdo é consequência da proximidade com seu sol. Além disso, um fato interessante sobre esse planeta é a duração de seu ano: apenas um dia e meio!

2. Kepler-452b: o mais familiar, embora seja ‘diferentão’

Crédito: NASA Ames/JPL-Caltech/T. Pyle

Outro exemplo fascinante de planetas curiosos é o Kepler-452b. Conhecido como Terra 2.0, ele chamou a atenção do público em 2015 por ter características semelhantes às do nosso planeta.

Com um ano que dura 385 dias e uma estrela muito parecida com o Sol, o Kepler-452b intrigou cientistas e entusiastas.

Porém, existe um ponto ainda em debate: ele pode ser gasoso e não rochoso. Ou seja, apesar de parecer semelhante à Terra, pode ter uma estrutura totalmente diferente da nossa casa.

3. Planetas curiosos: TrES-2b

Crédito: Aldaron

E se você acha que um planeta não pode ser mais escuro que carvão, está enganado. O TrES-2b, parte dessa lista de planetas curiosos, é famoso por refletir menos de 1% da luz que recebe.

David Kipping, um dos cientistas responsáveis pelo estudo, descreveu o planeta como “mais escuro do que o carvão mais preto”. Assim, esse planeta absorve tanta luz que fica extremamente difícil até mesmo visualizá-lo com os métodos atuais.

O que são exoplanetas?

Os planetas curiosos mencionados fazem parte de uma categoria maior: exoplanetas. Em outras palavras, são aqueles que estão fora do nosso Sistema Solar e orbitam estrelas distantes. Podem ser de diferentes tipos, como rochosos, gasosos ou até mesmo gigantes gasosos.

A descoberta de exoplanetas ampliou nossa visão sobre a diversidade de planetas no universo. Hoje, já sabemos que existem bilhões deles, alguns extremamente estranhos, como o TrES-2b, o KELT-9 e o Kepler-452b.

Os exoplanetas, além de serem fascinantes por si só, nos ajudam a entender mais sobre as condições que tornam possível a vida.

Mesmo que muitos desses planetas curiosos sejam inóspitos para seres humanos, eles continuam a inspirar cientistas a procurar por outros mundos que possam um dia abrigar vida. Quem sabe o próximo exoplaneta descoberto seja uma nova Terra?

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Qual a distância da galáxia mais próxima da Via Láctea? https://multiversonoticias.com.br/qual-a-distancia-da-galaxia-mais-perto-da-via-lactea/ Mon, 29 Jan 2024 17:45:05 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=194670

Junte-se a nós na exploração deste fascinante aglomerado de estrelas e desvende os mistérios que aguardam no cosmos.

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Imagine olhar para o céu noturno e contemplar as estrelas, sabendo que algumas delas fazem parte de uma galáxia vizinha, uma que está mais próxima da nossa que qualquer outra.

Tal galáxia, um aglomerado de estrelas, demais astros, poeira e mistérios, não apenas desafia nossa compreensão do universo, mas também nos convida a explorar as fronteiras do já conhecido.

Qual seria essa galáxia, tão próxima, mas ao mesmo tempo tão distante de nós?

Qual a galáxia mais próxima?

Nossa vizinhança estelar abriga Proxima Centauri, a estrela mais perto do Sistema Solar após o Sol, localizada a 4,2 anos-luz de distância.

Esta anã vermelha faz parte do intrigante sistema Alpha Centauri, também composto por Alpha Centauri A e B.

Seguindo nossa viagem estelar, encontramos a Estrela de Barnard, outra anã vermelha, que se situa a 5,96 anos-luz de distância de nós. Esse astro, embora próximo em termos astronômicos, permanece um mistério em muitos aspectos.

Galáxia de Andrômeda, a vizinha da Via Láctea – Imagem: David Hajnal/Getty Images/Reprodução

Um pouco mais distante, a 6,5 anos-luz, encontra-se Luhman 16, um sistema binário de anãs marrons, apresentando uma composição e dinâmica que desafiam nossa compreensão.

E a apenas 7,2 anos-luz, temos a WISE 0855-0714, conhecida por ser a anã-marrom mais fria já descoberta, adicionando diversidade ao nosso entendimento do cosmos.

Nossa galáxia, a Via Láctea, faz parte de um conjunto maior, o Grupo Local, e aí encontramos a Galáxia de Andrômeda, também conhecida como Messier 31.

Localizada a aproximadamente 2,54 milhões de anos-luz de distância, na constelação de Andrômeda, esta galáxia espiral é a maior do grupo, sendo visível a olho nu sob condições ideais.

Andrômeda tem uma magnitude aparente de 3,4 e foi objeto de estudo desde a Antiguidade, com registros remontando a 905 d.C., feitos por Al Sufi, e posteriormente incluída no catálogo de Charles Messier em 1764.

Com um diâmetro de cerca de 220 mil anos-luz e mais de um trilhão de estrelas, Andrômeda supera a Via Láctea em escala.

Seu detalhe mais fascinante talvez sejam os dois núcleos, P1 e P2, formados por bilhões de estrelas e separados por apenas cinco anos-luz, representando uma maravilha da astronomia e um convite constante à exploração do universo.

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Telescópio Hubble captura imagem de galáxia fantasmagórica; veja https://multiversonoticias.com.br/telescopio-hubble-captura-imagem-de-galaxia-fantasmagorica-veja/ Mon, 21 Aug 2023 15:22:04 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=165574

Telescópio da Nasa enviou imagens intrigantes da galáxia NGC 6684 e você precisa conferi-la!

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O vasto universo nunca deixa de nos surpreender com suas maravilhas e, recentemente, o Telescópio Espacial Hubble, uma colaboração entre a Nasa e a ESA, nos presenteou com uma visão deslumbrante da galáxia NGC 6684.

Capturada como parte de um programa ambicioso para observar formações galácticas próximas, essa imagem revela os detalhes misteriosos e fascinantes de uma galáxia lenticular localizada a cerca de 44 milhões de anos-luz da Terra.

Aparência espectral

A NGC 6684, situada na constelação de Pavo (“o pavão”, em latim), brilha como um fantasma etéreo em nosso hemisfério celestial sul.

Seu formato peculiar, uma mistura entre galáxias espirais e elípticas, confere-lhe uma aparência difusa e espectral, quase como uma lente capturando fragmentos do cosmos.

Características distintivas, como as faixas escuras de poeira que atravessam outras formações galácticas, acrescentam um toque ainda mais enigmático à sua presença.

Confira abaixo a imagem divulgada pela Nasa.

Imagem: ESA/Hubble & NASA, R. Tully/Reprodução

Essa observação notável faz parte do Every Known Near Galaxy, ou “Todas as Galáxias Próximas Conhecidas”, um esforço do Telescópio Hubble para vasculhar o universo próximo e capturar imagens detalhadas de galáxias que ainda não haviam sido visitadas pelo olhar penetrante do telescópio.

Com base nos dados coletados pelo Advanced Camera for Surveys, o Telescópio Hubble está buscando ampliar nosso conhecimento das galáxias que residem a até 10 megaparsecs da Terra, ou cerca de 32,6 milhões de anos-luz.

Embora a NGC 6684 não estivesse originalmente dentro dos limites específicos para esse programa, sua imagem intrigante foi uma adição surpreendente e valiosa. Antes desse esforço, o Hubble havia observado aproximadamente 75% das galáxias localizadas dentro do raio de 10 megaparsecs.

Com a imagem da NGC 6684 e a eventual inclusão de mais galáxias não exploradas, a missão “Todas as Galáxias Próximas Conhecidas” se aproxima de seu objetivo de mapear e compreender os vizinhos cósmicos que compartilham nosso canto do Universo.

À medida que nos maravilhamos com a visão espetacular da NGC 6684 e de outras formações galácticas que o telescópio Hubble nos revelará no futuro, lembramos da vastidão do Espaço e do potencial infinito de descobertas que nos aguardam além dos confins da Terra.

Imagem destacada: GZH/Reprodução

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Desvendando a origem do Oumuamua através da velocidade do corpo celeste https://multiversonoticias.com.br/desvendando-a-origem-do-oumuamua-atraves-da-velocidade-do-corpo-celeste/ Tue, 25 Jul 2023 23:22:03 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=160790

Oumuamua, o misterioso objeto interestelar que passou pelo Sistema Solar em 2017, continua a intrigar os astrônomos. Sua natureza e origem permanecem um enigma, mas um novo estudo sugere que sua velocidade pode ser a chave para revelar informações importantes sobre sua composição e região de origem na Via Láctea. Atualmente, conhecemos apenas dois objetos […]

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Oumuamua, o misterioso objeto interestelar que passou pelo Sistema Solar em 2017, continua a intrigar os astrônomos. Sua natureza e origem permanecem um enigma, mas um novo estudo sugere que sua velocidade pode ser a chave para revelar informações importantes sobre sua composição e região de origem na Via Láctea.

Atualmente, conhecemos apenas dois objetos interestelares confirmados no Sistema Solar: Oumuamua e o cometa 2I/Borisov. Saber de onde esses objetos vieram e quais elementos químicos compõem suas estruturas é fundamental para entender melhor a formação e evolução de sistemas estelares além do nosso.

Fundamentos das composições

O estudo apresentado no National Astronomy Meeting, no Reino Unido, propõe usar a velocidade desses objetos interestelares para obter pistas sobre sua origem.

De acordo com a morfologia da Via Láctea, estrelas com maior quantidade de elementos pesados, como nosso Sol, estão localizadas no “disco fino” da galáxia. Já as estrelas com menor quantidade de elementos pesados estão no “disco espesso”.

Foto: Dotted zebra/Alamy Stock Photo/Reprodução

Os objetos interestelares, formados ao redor de outras estrelas e ejetados com a força gravitacional de planetas massivos, como Júpiter, possuem velocidades semelhantes às de suas estrelas-mãe em relação ao Sol. Mesmo após serem ejetados de seus sistemas estelares, eles continuam a fazer parte do “grupo móvel” de suas estrelas.

Segundo o estudo, existem muitos grupos móveis cruzando o caminho do Sistema Solar ao longo do tempo, e o Sol está em movimento em direção a esses grupos. Isso significa que objetos interestelares devem vir da direção do movimento do Sol em relação às estrelas vizinhas.

Os objetos interestelares detectados próximos a planetas como Júpiter e Marte, ou até mesmo próximos ao Sol, exibem velocidades mais baixas em relação à nossa estrela.

Essa característica sugere que seus grupos móveis estejam localizados no disco fino da Via Láctea, região onde há maior concentração de elementos pesados. Essas observações fornecem pistas valiosas sobre a origem e trajetória desses objetos no espaço interestelar.

Essa informação é crucial para deduzir as composições desses objetos interestelares. Elementos mais pesados, presentes no disco fino, podem restringir a formação de água, por exemplo. Portanto, a velocidade desses objetos pode nos fornecer pistas sobre a abundância de elementos pesados e leves em suas origens estelares.

Os astrônomos acreditam que o Sistema Solar é frequentemente visitado por objetos interestelares. Pequenos corpos são expulsos de seus sistemas estelares com tanta frequência que podem ser o tipo mais comum de objetos viajando pela galáxia.

O estudo de Hopkins e outros cientistas pode ser fundamental para desvendar os segredos desses objetos interestelares e sua importância para a compreensão da formação e evolução dos sistemas estelares em nossa galáxia.

Com a tecnologia em constante avanço, esperamos que observatórios como o Vera Rubin nos proporcionem mais informações sobre esses enigmáticos viajantes interestelares, ajudando-nos a desvendar os mistérios do cosmos.

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Grande Atrator: força cósmica desafia nossa compreensão sobre o Universo https://multiversonoticias.com.br/grande-atrator-forca-cosmica-desafia-nossa-compreensao-sobre-o-universo/ Mon, 10 Jul 2023 18:19:02 +0000 https://multiversonoticias.com.br/grande-atrator-forca-cosmica-desafia-nossa-compreensao-sobre-o-universo/

Cientistas ao redor do mundo estão fascinados com uma descoberta recente que desafia nossa compreensão acerca do Universo. Trata-se do intrigante  Grande Atrator, uma região cósmica que exerce uma força avassaladora sobre centenas de galáxias,  fazendo com que elas se movam no espaço sideral a incríveis 600 km por segundo! Embora esse fenômeno seja conhecido […]

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Cientistas ao redor do mundo estão fascinados com uma descoberta recente que desafia nossa compreensão acerca do Universo. Trata-se do intrigante  Grande Atrator, uma região cósmica que exerce uma força avassaladora sobre centenas de galáxias,  fazendo com que elas se movam no espaço sideral a incríveis 600 km por segundo!

Embora esse fenômeno seja conhecido desde os anos 1970, sua verdadeira natureza permanece envolta em mistério, principalmente devido à sua localização atrás do plano galáctico da Via Láctea.

Os cientistas acreditam que o Grande Atrator seja o destino final de corpos celestes, incluindo nossa própria galáxia. Embora não seja facilmente perceptível, sua existência é confirmada pelo movimento das galáxias em direção a essa região ao longo de bilhões de anos.

Essa misteriosa força gravitacional está localizada no espaço intergaláctico e é o centro gravitacional do Superaglomerado Laniakea, um imenso conjunto que abriga mais de 100.000 galáxias, incluindo o Superaglomerado de Virgem e o nosso Grupo Local de galáxias.

O mistério por trás do Grande Atrator

Fonte: SSSCCC/Canva Pro

Enquanto a expansão do universo faz com que as galáxias pareçam se afastar de nós, variações nesse padrão revelam a concentração massiva do Grande Atrator, que equivale a dezenas de milhares de galáxias.

No entanto, a influência da energia escura torna improvável que a Via Láctea alcance efetivamente o Grande Atrator. Estudos indicam que, antes que isso aconteça, a energia escura terá um papel destrutivo em nossa galáxia daqui a alguns bilhões de anos. Isso significa que nossa jornada em direção ao Grande Atrator não possui um destino final claro.

Apesar dessa limitação, a busca pelo conhecimento e a exploração do espaço continuam a impulsionar a curiosidade humana.

Mesmo sabendo que a possibilidade de alcançar essa região misteriosa é remota, os cientistas perseveram na investigação desse fenômeno cósmico, buscando desvendar os segredos do Universo e expandir nossa compreensão do cosmos.

A descoberta do Grande Atrator abre um leque de possibilidades e desafios para a ciência, revelando as maravilhas e os  enigmas que ainda aguardam ser desvendados nos confins do espaço sideral.

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Imagem impressionante registra estrela ENGOLINDO planeta https://multiversonoticias.com.br/imagem-impressionante-registra-estrela-engolindo-planeta/ Tue, 23 May 2023 12:38:16 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=144689

O mês de maio começou com uma imagem inédita, publicada na revista Nature. Pela primeira vez, cientistas conseguiram registrar uma estrela engolindo um planeta inteiro. Esse feito aconteceu no último dia 3. Assim, os estudiosos publicaram o momento exato em que uma estrela, semelhante ao Sol, absorveu completamente um planeta presente em sua órbita. O […]

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O mês de maio começou com uma imagem inédita, publicada na revista Nature. Pela primeira vez, cientistas conseguiram registrar uma estrela engolindo um planeta inteiro.

Esse feito aconteceu no último dia 3. Assim, os estudiosos publicaram o momento exato em que uma estrela, semelhante ao Sol, absorveu completamente um planeta presente em sua órbita. O planeta em questão possuía características semelhantes às de Júpiter, considerado gasoso.

Imagem: K. Miller; R. Hurt/Caltech/IPA/Reprodução

Semelhanças entre a Terra e o Sol?

Além de os astros serem fisicamente parecidos com o Sol e a Terra, cientistas afirmam que a situação pode ser semelhante no futuro em nossa galáxia.

O catastrófico acontecimento é previsto para o momento em que o Sol se tornar uma “gigante vermelha”, absorvendo e destruindo os primeiros quatro planetas que estão em sua órbita.

Mas, por mais que as previsões sejam medonhas, o coautor do estudo, Morgan MacLeod, do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics, tranquiliza:

“Se serve de consolo, isso acontecerá em cerca de 5 bilhões de anos.”

Como aconteceu a observação?

Imagem: International Gemini Observatory/NOIRLab/NSF/AURA/M. Garlick/M. Zamani

O registro impressionante aconteceu em 2020, quando o cientista Kishalay De, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), estava revisando captações feitas pelo Observatório Palomar do Instituto de Tecnologia da Califórnia.

De acordo com os cientistas, a situação ocorreu com a aproximação do planeta e a estrela. Desse modo, em dado momento, houve uma explosão de luz quente, que se transformou em poeira brilhante.

Os estudos apontam que a absorção aconteceu próximo à constelação de Aquila, entre 10 e 15 mil anos atrás. Dada a idade da estrela – cerca de 10 bilhões de anos –, considera-se que o fenômeno ocorreu de forma rápida.

Ainda não se sabe se há outros planetas orbitando a estrela a uma distância mais segura. Porém, em caso positivo, pode demorar milhares de anos até que outro planeta se torne a próxima vítima.

Em entrevista à Fox News, a astrofísica Carole Haswell, da Open University da Grã-Bretanha, disse que o feito se difere dos demais observados recentemente.

Este é um tipo diferente de alimentação. Esta estrela engoliu um planeta inteiro de uma só vez, em contraste, o WASP-12 b e os outros Júpiteres quentes que estudamos anteriormente estão sendo delicadamente ‘lambidos e mordiscados’.

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Animação da NASA mostra posição de buraco negro próximo à Terra https://multiversonoticias.com.br/veja-agora-a-animacao-da-nasa-que-revela-a-posicao-dos-buracos-negros/ Tue, 09 May 2023 20:44:07 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=138321
Buraco negro próximo à Terra: animação da NASA mostra M-87!

Quer saber onde estão os buracos negros mais próximos da Terra? A NASA te mostra!

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Buraco negro próximo à Terra: animação da NASA mostra M-87!

Fascinantes e misteriosos, os buracos negros são regiões do espaço-tempo onde a gravidade é tão intensa que nada, nem mesmo a luz, pode escapar. Por isso que a possibilidade de um buraco negro próximo à Terra deixa qualquer um apavorado!

Essa característica os torna invisíveis para os instrumentos convencionais de observação. Mas sua presença pode ser verificada pelo efeito que eles exercem sobre outros objetos próximos.

Mas não precisa ter medo. Para quem gosta de assuntos do Universo, como você, a NASA preparou uma animação que revela a posição dos buracos negros mais próximos à Terra. Confira a seguir!

O que são buracos negros?

Os buracos negros são objetos incrivelmente densos. O tamanho e a massa de um buraco negro é fornecido pela quantidade de matéria que foi engolida por ele. Por isso, há buracos negros de vários tamanhos, desde os microscópicos até os supermassivos, que podem ter milhões ou bilhões de vezes a massa do Sol.

Eles também são responsáveis ​​por fenômenos, como os jatos de partículas, que são emitidos quando a matéria é atraída para o horizonte de eventos, a região do buraco negro onde a gravidade é tão forte que nada pode escapar.

Ou seja, os buracos negros são importantes para os astrofísicos porque ajudam a entender o comportamento do Universo em escalas extremas. É por isso que a animação da NASA é tão legal para quem estuda esses assuntos!

Buraco negro próximo à Terra: confira animação

A NASA caprichou na animação e nos mostrou uma galeria incrível de buracos negros. Esses astros sombrios são tão legais que até receberam nomes próprios, como se fossem estrelas de cinema.

E sabe o que é mais incrível? Alguns deles estão bem pertinho da gente, se é que a distância cósmica pode ser medida em “pertinho”. Quer ver com seus próprios olhos?

Na animação produzida pela NASA, podemos observar em destaque a aparição da J1601+3113, um buraco negro que está relativamente próximo de nós em nossa própria galáxia.

Em seguida, outros buracos negros são ilustrados, mas o que mais chama a atenção é a representação do buraco negro M87. Esse buraco negro foi recentemente fotografado pela primeira vez, o que representa um marco histórico na ciência e nos permite observar de perto um dos objetos mais misteriosos e fascinantes do Universo.

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Afinal, por que as galáxias têm diferentes formas? https://multiversonoticias.com.br/por-que-galaxias-tem-diferentes-formas/ Fri, 14 Apr 2023 20:43:08 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=127087
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Muitos se perguntam qual é o motivo de as galáxias terem formatos distintos. Uma nova pesquisa acredita ter encontrado essa resposta!

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galaxias

Os mistérios do espaço sempre intrigaram muitos cientistas ao longo dos anos. Diversos astrônomos, ao longo de séculos, foram pouco a pouco contribuindo para a Ciência, a fim de que hoje possamos ter um grande conhecimento sobre o Universo que nos cerca.

Apesar disso, ainda estamos longe de compreender tudo sobre o Universo, até porque há uma imensidão de eventos, consequências e objetos, todos interligados.

Imagem: Nasa ESA; A. Feild; R. van der Marel, STScI

E foi exatamente o que uma recente pesquisa descobriu: que talvez o nosso Universo esteja mais interligado do que aparenta. Qualquer um que tenha o mínimo de conhecimento sobre os mistérios do espaço sabe.

Há uma quantidade praticamente incalculável de distância entre os objetos celestes, sejam elas estrelas, sejam sistemas solares ou até as galáxias.

Vale lembrar que, por maior que seja o nosso Sistema Solar, ele é um dos menores no espaço. Sendo assim, as imensas galáxias, que são compostas dos diversos sistemas solares, têm tamanho inimaginável.

Ou seja, mesmo que densidade e tamanho não sejam relativos, ainda assim é possível afirmar que galáxias são extremamente densas.

Por meio dos ensinamentos do ilustre Albert Einstein com a teoria da relatividade, nós descobrimos que, quanto mais massa um objeto possui, mais ele distorce o espaço-tempo ao seu redor.

Portanto, podemos dizer que as galáxias são equivalentes, para o espaço, a uma bola de bilhar sendo largada em uma colcha esticada.

Ela vai afundar aquele tecido e puxar o que está ao redor para si. Mas o que acontece quando largamos duas bolas de bilhar em uma colcha esticada? A pesquisa publicada no Monthly Notices of the Royal Astronomical Society nos dá a resposta.

Pesquisa explica por que há diferença nas formas das galáxias

Os astrônomos responsáveis pela pesquisa resolveram levar em conta para a sua pesquisa diversos fenômenos presentes nas galáxias.

Como a formação estelar, os buracos negros, o núcleo galáctico ativo, resfriamento radioativo, dentre outros. Portanto, concluíram que as formas das galáxias são principalmente definidas pela presença ou não de outras galáxias ao seu redor.

Isso acontece porque, em conglomerados de galáxias, caso alguma delas tenha um aumento de densidade (com a formação de um buraco negro, por exemplo), a sua densidade vai atrair a matéria da galáxia vizinha, fazendo com que tenha uma alteração em sua forma.

Assim como galáxias que possuam uma densidade equivalente podem pouco a pouco aproximar-se umas das outras. Tal qual está acontecendo entre a Via Láctea e Andrômeda, levando consequentemente a um ponto em que ambas se fundirão.

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Hubble comprova que galáxia parece ter saído do filme ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’ https://multiversonoticias.com.br/galaxia-tudo-em-todo-lugar-ao-mesmo-tempo/ Wed, 05 Apr 2023 20:22:30 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=122896
Galáxia parece ter saído de filme

Apesar de ter sido superado por James Webb, o telescópio Hubble continua operando e, mais do que isso, apresentando descobertas surpreendentes.

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Galáxia parece ter saído de filme

Há cerca de um ano, ocorreu o lançamento do grande telescópio James Webb, que permitiria uma gama de imagens mais detalhadas do Universo. O satélite foi desenvolvido como uma forma de superar o antigo maior satélite para captar imagens, o famoso Hubble.

Entretanto, mesmo que James Webb permita de fato imagens com qualidade maior, além de uma maior visão do espaço como um todo, um de seus “poréns” é que, ao contrário do Hubble, ele está em um campo gravitacional ainda ligado à Terra, mas não é possível realizar reparos.

Sendo assim, logicamente, as agências espaciais não iam simplesmente “aposentar” um satélite, como alguns esperavam que acontecesse com Hubble. Na realidade, o satélite continua por aí, firme e forte, inclusive proporcionando descobertas sobre o espaço profundo.

Nova imagem do Hubble mostra uma ‘galáxia’ curiosa

Recentemente, na grandiosa cerimônia do Oscar 2023, tivemos o grande filme “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” como o grande vencedor da noite.

Em reverência a isso, o comunicado da Agência Espacial Europeia (ESA) categorizou a galáxia Z 229-15 como “Tudo em um só lugar ao mesmo tempo”. Mas, afinal de contas, qual é a importância dessa galáxia?

A questão aqui é que, conforme a referência feita no comunicado, a Z 229-15 é categorizada de muitas formas ao mesmo tempo. Isso acontece porque o objeto celeste é uma galáxia, um buraco negro supermassivo e um quasar.

Mas, tal qual o filme estrelado por Michelle Yeoh, são muitas informações confusas ao mesmo tempo. Sendo assim, vamos aos poucos. Primeiro a imagem do Z 229-15.

Z 229-15
Imagem: ESA/Hubble & NASA, A. Barth, R. Mushotzky

Agora, vamos do mais compreensível para o mais complicado. O Z 229-15 é considerado várias coisas ao mesmo tempo, a primeira delas é a mais simples de compreender: uma galáxia.

Todos sabemos como elas funcionam. É um aglomerado de estrelas, planetas, poeira e gás que estão interligados por um mesmo campo gravitacional.

A partir daqui, começa a complicar um pouco, pois, como todos também devem saber, geralmente, no centro das galáxias, há um buraco negro. No entanto, é aqui que o Z 229-15 começa a se diferenciar das outras galáxias, pois ele possui um Núcleo Galáctico Ativo.

O que é Núcleo Galáctico Ativo e como ele influencia o Z 229-15?

Essa definição é dada para os centros de galáxias que possuem um buraco negro supermassivo. Ou seja, objetos desse tipos, quando no centro de uma galáxia, possuem um brilho fora do comum.

Nesse momento, você se pergunta: mas buracos negros não brilham, correto? Isso mesmo, está corretíssimo. A questão é que sua força gravitacional é tão grande que ele forma um enorme disco em torno de si.

Logo, a matéria presente nesse disco é aquecida a um ponto tão gigantesco que emite enormes quantidades de energia, ou seja, luz.

E é exatamente essa luz que dá a ele a sua terceira característica, um quasar. A questão dos quasares ainda é um pouco delicada por conta de não haver muito consenso sobre essa característica.

Mas, por conta disso, os quasares são um Núcleo Galáctico Ativo, o qual emite uma luz suficiente para ofuscar as estrelas de sua galáxia. Além de estar muito distante da Terra. Com isso, queremos dizer extremamente distante.

Porém, como pode ser visto pela imagem acima, o Z 229-15 ainda permite uma visão das suas estrelas. Portanto, foi classificado como uma galáxia Seyfert.

Ou seja, no final das contas, os responsáveis pelo comunicado não estavam nem um pouco errados com a comparação feita entre a nova galáxia e o filme ganhador do Oscar 2023.

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Origem do Universo pode ser MUITO DIFERENTE do que imaginávamos; confira https://multiversonoticias.com.br/origem-do-universo-pode-ser-muito-diferente-do-que-imaginavamos/ Sun, 12 Mar 2023 12:22:24 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=112142
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A mais recente descoberta feita pelo satélite James Webb apavorou diversos cientistas. O passado do universo é muito diferente do que sabemos!

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Por anos, os cientistas e, principalmente, os astrônomos sempre ficaram intrigados sobre como ocorreu o início do Universo. Contudo, até o momento, não existiam tecnologias capazes de investigar as teorias apresentadas.

Mas, como muitos sabem, há poucos anos, o satélite James Webb foi posto em órbita, e com ele muitas descobertas foram feitas. O satélite é o mais avançado já construído e colocado em operação, superando o então melhor satélite disponível, Hubble.

A grande diferença entre ambos é em relação aos comprimentos de ondas que captam, pois Hubble só capta o ultravioleta e óptica, enquanto Webb consegue captar ondas infravermelhas. Isso significa que o James Webb é capaz de captar ondas com maior comprimento ou, em outras palavras, que viajaram por mais tempo.

E quando falamos de ondas de luz, quanto mais tempo viajaram, mais sobre o passado conseguimos enxergar. Caso não tenha compreendido o que isso significa, não se preocupe, a explicação não é muito difícil. Isso porque, apesar de a luz ser a matéria com maior velocidade de todo o Universo, ela possui um limite, cerca de 300 mil km/s.

Sabendo que essa velocidade possui um limite, e que tudo o que enxergamos é luz, isso significa que o céu que enxergamos à noite, na realidade, é o passado do Universo. Um exemplo é o nosso Sol. Apesar de estar muito perto da Terra, a luz que ele emite leva oito minutos para nos alcançar.

Então, se o Sol simplesmente desaparecer do nada, levaríamos oito minutos para descobrir que isso aconteceu. Ou seja, vemos o Sol de oito minutos atrás, vemos o seu passado.

O que Webb descobriu sobre a origem do Universo?

Por ser capaz de captar essas ondas de maior comprimento, Webb é capaz de enxergar mais ainda no passado do que era possível. Isso, aliado ao seu espelho maior, possibilita que os cientistas vejam mais espaço e mais passado. Portanto, James Webb foi capaz de captar luzes de apenas alguns milhões de anos após o Big Bang, e isso assustou os cientistas.

Mesmo que os pesquisadores estivessem preparados para obter respostas sobre o início dos tempos, ainda assim o que encontraram não era esperado. Webb exibiu imagens de seis galáxias tão “maduras” quanto a Via Láctea.

Imagem: Nasa, ESA, CSA

E agora você se pergunta: e qual o problema? O problema é que, nessa época, galáxias com essa magnitude não deveriam existir. No máximo, era para vermos apenas algumas galáxias ainda em formação, ou muito jovens.

Descobrir galáxias tão bem constituídas como essas coloca em xeque tudo o que sabíamos sobre a formação do Universo. O professor de Astronomia e Astrofísica Joel Leja, o qual escreveu o relatório disponibilizado na revista Nature, descreve:

“Qualquer cenário requer uma mudança fundamental em nossa compreensão de como o universo surgiu. Observamos o universo primitivo pela primeira vez e não tínhamos ideia do que iríamos encontrar. Acontece que estamos diante de algo tão inesperado que chega a criar problemas para a ciência”.

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