Arquivos chernobyl - Multiverso Notícias - Diariamente o melhor do mundo POP, GEEK e NERD! https://multiversonoticias.com.br/assunto/chernobyl/ Diariamente notícias sobre filmes, séries, quadrinhos, games, animes, ciência, tecnologia e humor! Sun, 18 Feb 2024 23:42:07 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.0.2 Lobos resistem ao câncer mesmo sob a radiação de Chernobyl https://multiversonoticias.com.br/lobos-resistem-ao-cancer-mesmo-sob-a-radiacao-de-chernobyl/ Sun, 18 Feb 2024 23:42:05 +0000 https://multiversonoticias.com.br/lobos-resistem-ao-cancer-mesmo-sob-a-radiacao-de-chernobyl/

Chernobyl é o lar de muitos lobos, por isso, cientistas tentam entender por que os animais não desenvolvem câncer, mesmo expostos a tanta radiação.

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A Zona de Exclusão de Chernobyl (ZEC) é uma área de aproximadamente 2.600 quilômetros quadrados em torno da usina nuclear de Chernobyl, localizada no norte da Ucrânia.

Essa área foi estabelecida após o desastre nuclear ocorrido em 26 de abril de 1986, quando houve uma explosão no reator número quatro da usina, liberando uma enorme quantidade de material radioativo na atmosfera.

A ZEC é dividida em diferentes regiões, incluindo um espaço restrito altamente contaminado e os demais, menos afetados.

As populações humanas foram evacuadas das áreas mais críticas, e o acesso é controlado estritamente pelas autoridades ucranianas.

No entanto, algo está chamando atenção dos pesquisadores, porque a ZEC tem se revelado não apenas um santuário para a vida selvagem, mas também um laboratório de pesquisa vital.

Mesmo com radiação, lobos não desenvolvem câncer

Lobos têm a área de Chernobyl como habitat, mesmo diante da tamanha radiação no ambiente – Imagem: Reprodução

Desde o desastre nuclear citado, cientistas de todo o mundo têm explorado os efeitos da radiação na fauna e flora local.

Nesse contexto, um estudo recente, liderado pela Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, concentrou-se na resposta dos lobos de Chernobyl à radiação.

O objetivo dos pesquisadores é encontrar evidências sobre a resistência ao câncer em mamíferos. Os lobos, habitantes da ZEC há várias gerações, foram alvos dessa pesquisa intrigante.

Para compreender melhor como esses animais sobrevivem em meio à alta exposição à radiação, os cientistas equiparam os lobos com coleiras especiais contendo GPS e dosímetros de radiação.

Tais dispositivos permitiram aos pesquisadores medir as exposições diárias e rastrear os movimentos na área.

Os resultados foram surpreendentes: os lobos de Chernobyl estão expostos a níveis significativos de radiação, com médias diárias superiores a seis vezes o máximo permitido para humanos.

Apesar disso, os animais não desenvolveram câncer. Por outro lado, eles apresentaram alterações no sistema imunológico, semelhantes às observadas em pacientes humanos com câncer submetidos a tratamentos de radiação.

Os cientistas identificaram regiões específicas nos genomas dos lobos que parecem conferir resistência a um maior risco de câncer, sugerindo uma adaptação genética única para proteção contra os efeitos da radiação.

Shane Campbell-Staton, líder da pesquisa, enfatizou a importância de tais descobertas não apenas para entender a adaptação desses animais, mas também para ter informações valiosas sobre o tratamento do câncer em humanos.

Por fim, é importante destacar que a continuação da pesquisa foi prejudicada por acontecimentos como a pandemia e a guerra entre Rússia e Ucrânia.

Assim, a equipe aguarda uma oportunidade de retornar à área para realizar estudos mais aprofundados assim que as condições permitirem.

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Computador soviético raro é descoberto por família em Chernobyl https://multiversonoticias.com.br/computador-sovietico-raro-e-descoberto-por-familia-em-chernobyl/ Sun, 15 Oct 2023 13:39:04 +0000 https://multiversonoticias.com.br/computador-sovietico-raro-e-descoberto-por-familia-em-chernobyl/

Descubra a incrível história de um antigo computador soviético encontrado por uma família eslovaca na região de Chernobyl quatro décadas após o desastre nuclear.

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Quatro décadas após o devastador evento de Chernobyl, a curiosidade sobre o que ainda permanece na área afetada continua viva. Uma demonstração desse fascínio ficou evidente quando uma família eslovaca trouxe à luz um pedaço intrigante da história tecnológica do período soviético.

Conheça o computador soviético

Alex e Michaela, membros da família que administra o canal do YouTube chamado ChornobylFamily, fizeram uma descoberta inesperada. Em sua jornada para documentar e restaurar artefatos da região do desastre, eles se depararam com um antigo computador.

E não era qualquer máquina: era um PC soviético, uma relíquia que tinha mais em comum com a tecnologia ocidental do que se poderia imaginar à primeira vista.

O intrigante é que esse computador, uma raridade com apenas 80 mil unidades produzidas, operava com um processador e sistema operacional que eram, curiosamente, versões soviéticas dos produtos Intel e Windows.

Sem a possibilidade de importar tecnologia ocidental durante aqueles tempos, a União Soviética optou por criar suas próprias versões, dando origem ao processador ES1841 e ao sistema operacional alphaDOS.

Esse computador, além de sua origem e história, destaca-se pelo seu display distinto. Enquanto a maioria dos sistemas da época usava combinações de cores como preto e verde ou preto e branco, esse em particular exibia um notável preto e amarelo.

O que torna o feito da família ainda mais impressionante é o trabalho de restauração que eles realizaram. Apesar de suas especificações (que incluíam um processador de 5MHz e memória de 512 KB) estarem muito aquém das normas tecnológicas atuais, o casal não só restaurou o computador como também jogou um jogo chamado “Digger”, demonstrando sua funcionalidade.

O legado de Chernobyl tem sido amplamente explorado, desde a aclamada série da HBO até jogos inspirados pelo evento.

No entanto, descobertas como essa, que oferecem um vislumbre único da história e da tecnologia, continuam a alimentar a imaginação e a curiosidade das pessoas sobre um dos períodos mais sombrios da história recente.

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Cães radioativos? Veja o que aconteceu com os cachorros de Chernobyl https://multiversonoticias.com.br/caes-radioativos-o-que-aconteceu-com-os-caes-de-chernobyl/ Wed, 03 May 2023 15:23:02 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=135760
Cães de Chernobyl

Pesquisas acompanham o DNA dos cães de Chernobyl. As descobertas podem revolucionar os conhecimentos sobre os efeitos da radiação. Entenda.

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Cães de Chernobyl

Neste ano, o acidente nuclear de Chernobyl chega mais perto dos 40 anos. Nessas quase quatro décadas da catástrofe, muito já se falou sobre o evento: livros, documentários, filmes e séries foram criados.

Conhecemos um pouco do que aconteceu com a usina, as pessoas que estavam lá e seus descendentes. Mas e aqueles que não saíram de lá… os cães de Chernobyl?

A série da HBO sobre o acidente tirou um espaço para falar sobre esses moradores de Pripyat. Para evitar a disseminação radioativa e de doenças, esquadrões militares foram responsáveis por uma investida de neutralização.

Outro lugar onde podemos ver uma menção da perspectiva dos animais de estimação foi no livro “Chernobyl Prayer”, escrito pela jornalista bielorrussa Svetlana Alexievich.

Ela reconstruiu os aterrorizantes primeiros dias do desastre por meio do relato dos sobreviventes do acidente. No livro, Alexievich inclui o trauma que as pessoas sofreram por terem que deixar seus animais de estimação para trás.

Em alguns desses relatos, uma pessoa se lembrou de:

“[…] cães uivando, tentando entrar nos ônibus. Mongóis, alsacianos. Os soldados os empurravam para fora novamente, chutando-os.

Eles correram atrás dos ônibus por muito tempo. Famílias desoladas pregaram bilhetes em suas portas: ‘Não mate nossa Zhulka. Ela é uma boa cachorra’.”

A tentativa do esquadrão militar não foi 100% eficaz, pois alguns cães conseguiram escapar e sobreviver nas florestas do entorno da usina e próximas à cidade de Pripyat.

Cerca de 25 anos depois, uma nova estrutura de confinamento foi construída sobre o reator danificado. Nessa época, a região se tornou um destino de “turismo de desastres”. Com a movimentação, os cães de Chernobyl migraram para essas áreas, onde as pessoas os alimentavam.

Quando o biólogo evolucionista da Universidade da Carolina do Sul (EUA), Timothy Mousseau, chegou ao local em 2017, a população de cães de rua era de cerca de 750.

Com o aumento do número da população canina, as autoridades passaram a se preocupar com o risco de raiva.

O que atualmente é feito pelos cães de Chernobyl?

Em 2016, nos Estados Unidos, o Clean Future Fund (CFF) foi criado com a intenção de oferecer apoio e assistência médica às comunidades afetadas por desastres. Nesse contexto, os cães de Chernobyl chamaram a atenção da fundação.

Com a permissão das Autoridades de Gerenciamento da Zona de Exclusão, o CFF pode dar aos cães os cuidados veterinários necessários e realizar o controle populacional.

Para realizar essa tarefa, a fundação montou um hospital em um dos prédios antigos, e Mousseau organizou um laboratório para acompanhar os veterinários durante os procedimentos.

Devido às quantidades de contaminantes radioativos presentes no sistema dos animais, eles não podem ser removidos da zona, mas os cães recebem cuidados essenciais.

Jennifer Betz, a veterinária responsável por dirigir o programa, descreveu o processo realizado nos animais:

“Capturamos os cães, esterilizamos, vacinamos, colocamos microchips, etiquetamos… E Tim tem colocado dosímetros em seus brincos.

Depois, nós os soltamos no local de onde vieram para que possam viver suas vidas da forma mais feliz e saudável possível.”

Por meio dos dosímetros, que os pesquisadores recuperam meses ou anos depois, é possível saber a exposição total à radiação.

O cofundador e presidente do CFF, Erik Kambarian, explica que, até o momento, os dados mostram que os cães que vivem próximos da região do reator sofrem radiação milhares ou dezenas de milhares de vezes maior do que os níveis normais.

Uma pata amiga

Além da iniciativa do CFF, Mousseau e Elaine Ostranger, que dirige o Projeto Genoma do Cão no Instituto Nacional de Pesquisa do Genoma Humano, estão à frente de uma pesquisa de grande impacto com a população de cães de Chernobyl.

A dupla está desenvolvendo uma pesquisa que tem o potencial para transformar tudo o que se sabe sobre os efeitos da radiação nos mamíferos. Isso pode até mesmo ajudar a saber os efeitos da radiação em seres humanos, afirmam os pesquisadores. Mas como é feito?

Mosseau coleta amostras de sangue e tecidos dos cachorros para análise de DNA, e Ostrander é responsável por sequenciar essas amostras de DNA.

Recentemente, Elaine fez uma publicação na Science Advances, em que descreve a descoberta da estrutura genética de 302 cães de raças mistas que estão na região, identificando 15 famílias diferentes, entre raças grandes e pequenas.

Uma parte importante do estudo foi estabelecer quem era quem e onde os animais viviam, já que os níveis de radiação variam muito. Por isso, Mousseau decidiu incluir a localização de onde cada animal foi capturado quando as amostras de sangue foram coletadas.

Para se ter uma ideia da importância da experiência biológica desses animais, entenda que eles viveram e evoluíram em isolamento por 15 gerações desde o acidente nuclear.

Sabe-se que eles morrem jovens, com três ou quatro anos de idade (10 a 12 anos é o normal para cães de 75 quilos). Então, como eles não vivem muito tempo, Ostrander supõe que:

“O que quer que tenha acontecido no genoma que permitiu que esses cães sobrevivessem nesse ambiente muito hostil provavelmente são [mutações em] genes muito grandes e importantes que fazem coisas muito importantes.

Em última análise, queremos saber o que aconteceu com o DNA genômico que permitiu que [os cães] vivessem, se reproduzissem e sobrevivessem em um ambiente radioativo.”

Por meio da identificação das famílias, Mousseaus e Ostrander podem identificar e procurar diferenças entre a prole e os pais. Desse modo, eles conseguem observar as mutações ou potencial para mutações que talvez possam ser passadas de geração para geração dos cães que sobreviveram à explosão em 1986.

Próximos passos

As próximas etapas dos estudos com a população de cães de Chernobyl vão analisar o que mudou na composição genética dos animais nos últimos 37 anos.

A equipe tem grandes expectativas de responder a perguntas que podem ajudar os cientistas a entender melhor os riscos associados à exposição à radiação.

Algumas dessas perguntas são: o que precisa acontecer para que os filhotes consigam nascer vivos e possam crescer? Os genes que sofreram alterações são os mesmos que já conhecemos sobre os efeitos da radiação?

Ainda há questões como: existem alterações nos genes envolvidos no reparo do DNA, no metabolismo, no envelhecimento ou em novas respostas que permitiram que os cães sobrevivessem? Em que níveis os danos significativos começam a aparecer?

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Cães de Chernobyl desenvolveram ‘DNA mutante’, aponta pesquisa https://multiversonoticias.com.br/dna-caes-de-chernobyl/ Mon, 20 Mar 2023 14:21:05 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=116119
Cães de Chernobyl

Estudos comprovam haver alterações no material genético dos cães de Chernobyl. Após o desastre, alguns animais permaneceram na cidade.

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Cães de Chernobyl
Cães de Chernobyl
Cão em Chernobyl/Foto: Sergiy Romanyuk/Shutterstock

Há 40 anos, na região da Ucrânia, ocorreu um desastre nuclear que causou muitas consequências à população. Atualmente, alguns animais vivem pelas ruas da área de Chernobyl e eles são descendentes dos que viviam na época do desastre.

Com a adaptação e sem a presença humana, eles permaneceram na área. Pensando nisso, alguns pesquisadores investigaram o nível de radiação desses animais e descobriram alterações no material genético dos cães de Chernobyl.

Radiação afeta genética de cães em Chernobyl

Outros estudos já haviam sido feitos com animais de menor porte, como pássaros e insetos. Porém, essa foi a primeira análise em animais maiores. De acordo com os pesquisadores, essa pesquisa pode ajudar a entender como a radiação funciona no corpo dos seres vivos ao longo dos anos.

O estudo analisou 302 cães que estavam em diferentes distâncias da usina onde ocorreu o desastre. O material genético dos cães que viviam entre 9 a 45 km da área afetada foi coletado, e os resultados mostraram que houve alterações no material genético dos cães de Chernobyl.

Aqueles que moravam na cidade próxima à área isolada, Pripyat, a qual foi abandonada, não apresentavam muita diversidade genética. No entanto, aqueles que estavam a cerca de 15 km da usina, na cidade de Chernobyl, e aqueles a 45 km, apresentaram diversidade genética considerável.

A primeira conclusão dos pesquisadores é que os animais mais distantes não se relacionavam com os mais próximos da região afetada. Algo que também pode ser explicado pela barreira entre uma cidade e outra.

Na visão dos cientistas, a exposição do animal à radiação pode ser uma das explicações para a distinção genética dos cães. Com o tempo, outros estudos poderão avaliar as consequências dessa radiação para saúde, comportamento e aparência dos animais.

Além disso, entender como essas modificações genéticas os ajudaram a sobreviver. Portanto, já que os cachorros e humanos compartilham espaço e alimentação, os achados do estudo podem ajudar na avaliação dos efeitos da radiação em seres humanos.

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Que tal fazer um ‘tour’ por Chernobyl sem se contaminar? Google Maps torna isso possível! https://multiversonoticias.com.br/google-maps-guia-chernobyl/ Fri, 17 Mar 2023 15:42:50 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=115055

Agora, essa famosa cidade fantasma pode ser visitada por meio do Google Maps. Veja como você pode fazer esse passeio sem se contaminar!

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Imagem: CNN/Reprodução

Em 26 de abril de 1986, ocorreu uma catastrófica explosão do reator de Chernobyl, lançando material radioativo na atmosfera e contaminando toda a região. O acidente matou milhares de pessoas e ficou mundialmente conhecido.

Até hoje, muito se fala dessa tragédia. O local onde a explosão aconteceu atualmente é desabitado e não costuma receber muitas as visitas – na verdade, quase ninguém gosta de se dirigir até lá.

Algumas pessoas evitam por medo, enquanto outras pela impossibilidade de ter contato com o local, que até hoje continua contaminado com isótopos radioativos.

No entanto, enquanto muitos têm medo e outros estão restritos a visitar o local, algumas pessoas têm muita vontade de conhecer o cenário de um dos maiores acidentes que já vimos na história da humanidade.

E, pensando no caso dessas últimas pessoas, destacamos que existe um meio muito prático e seguro que permite uma visitação segura a Chernobyl. Continue a leitura para saber qual é essa possibilidade.

Como visitar Chernobyl sem correr riscos?

A cidade fantasma pode ser visitada por meio do Google Maps. Isso mesmo! Veja a seguir como você pode fazer esse passeio pelo lugar tóxico sem se contaminar. Entretanto, antes, conheça um pouco mais o local.

Chernobyl está localizada em uma zona ucraniana localizada a 130 km ao norte da capital, Kiev. Na época em que ocorreu o desastre, o resultado da explosão pôde ser detectado em pelo menos 13 países da Europa Central e Oriental, além de ter obrigado a União Soviética (atual Rússia) a tomar medidas cabíveis durante o ocorrido.

Especula-se que a região onde fica Chernobyl só poderá ser habitada novamente daqui a pelo menos 20 mil anos devido aos altos níveis de radiação ainda existentes por lá. Apesar disso, entre outros fatores, a história do lugar continua atraindo turistas.

Se você tem o desejo de ir até Chernobyl e não pode ou tem medo de fazer essa viagem para uma cidade radioativa, não se preocupe, pois agora você poderá realizar seu desejo acessando o Google Maps.

Para isso, basta ter acesso à função Street View do aplicativo e digitar: “Chernobyl Nuclear Power Plant, Pripyat, Kiev Oblast, Ukraine”. Em seguida, selecione a opção de visualização por satélite.

Após de seguir esses passos, você consegue visitar os arredores da usina e o interior do local. Para visitar o “Chernobyl Reactor #4”, você pode clicar nos pontos azuis que aparecerão no mapa e, dessa forma, terá acesso a fotografias detalhadas do ambiente.

Por fim, você ainda pode arrastar o bonequinho laranja do Maps para um ponto azul, caso esse ponto não esteja te dando acesso às fotos. Essa opção permite visualizar vários outros locais da usina nuclear que ficou marcada na história.

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Chernobyl: o que restou 36 anos após o desastre? https://multiversonoticias.com.br/chernobyl-36-anos-depois/ Mon, 05 Dec 2022 13:02:48 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=70856

Entenda o que 'restou' após a explosão de Chernobyl e veja quais marcas esse desastre nuclear deixou no local que destruiu.

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Em 26 de abril de 1986, por volta de 36 anos atrás na história da humanidade, a usina nuclear de Chernobyl, localizada na União Soviética da Ucrânia, teve inúmeros problemas e gerou a maior explosão nuclear já constatada.

Como um volume considerável de radiação acabou sendo liberado no local, isso ocasionou a morte de milhares de pessoas, além de ter deixado outras com inúmeros problemas de saúde, incluindo suas futuras gerações, após o ocorrido.

Além disso, o pessoal que vivia nos vilarejos das proximidades também teve, tristemente, de fugir dali às pressas.

A seguir, confira os problemas que a usina de Chernobyl deixou mesmo 36 anos depois desse trágico acidente nuclear que marcou uma era.

Cânceres causados ​​por Chernobyl

O trabalho de pesquisa extensa da equipe fez a triste constatação de inúmeros eventos tumorais após a explosão, ou seja, houve um expressivo aumento de carcinomas papilares da tireoide na população da cidade da Ucrânia, Bielo-Rússia e de áreas vizinhas.

Para fazer isso, eles integraram dados genômicos, epigenômicos e transcriptômicos analisando amostras de mais de 400 cidadãos que acabaram desenvolvendo tipos de cânceres de tireoide nos anos subsequentes.

Este estudo forneceu informações sobre os mecanismos mais prováveis ​​de levar à neoplasia da tireoide como resultado de exposição a grandes quantidades de radiação.

A pesquisa, escrevem os autores, não produziu o chamado biomarcador único para cânceres induzidos pela radiação, mas ofereceu alguns resultados de saúde pública importantes para o manejo de pacientes expostos a doses menores.

Mutações na geração após o desastre

Foram constatadas algumas mutações genéticas em pessoas que viveram perto da região. Uma equipe liderada pelo Instituto Nacional do Câncer constatou 105 tríades de pai/mãe e filho para entender até que ponto a radiação causou mutações na prole de famílias.

E o mais triste é que, de fato, houve mutações significativas relacionadas à genética de todas elas.

Zona de alto risco até os dias atuais

Engana-se quem pensa que, com o passar dos anos, a radiação pode sumir de uma hora para outra, afinal, em toda parte de Chernobyl onde aconteceu a explosão os riscos seguem sendo altos mesmo tendo se passado vários anos após o acontecimento.

Local inabitável

De qualquer forma, Chernobyl marcou uma triste época da história e hoje é um local abandonado que carrega a angústia de uma tragédia que deixou muitas marcas.

Devido à radiação, este local não poderá mais ser habitado. Aliás, especialistas concluem que levará cerca de 3 mil anos para que Chernobyl tenha novamente a possibilidade de se tornar habitável.

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