Arquivos Alan Moore - Multiverso Notícias - Diariamente o melhor do mundo POP, GEEK e NERD! https://multiversonoticias.com.br/assunto/alan-moore/ Diariamente notícias sobre filmes, séries, quadrinhos, games, animes, ciência, tecnologia e humor! Sat, 23 Sep 2023 22:20:05 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.0.2 Alan Moore reafirma compromisso com o ativismo antirracista e faz doação para o Black Lives Matter https://multiversonoticias.com.br/alan-moore-reafirma-compromisso-com-o-ativismo-antirracista-e-faz-doacao-para-o-black-lives-matter/ Sat, 23 Sep 2023 22:21:04 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=171426

O escritor de quadrinhos, Alan Moore, falou ao Telegraph sobre sua escolha de apoiar o Black Lives Matter em vez de ficar com os lucros. Confira seu posicionamento nesta matéria.

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Alan Moore, uma figura icônica no mundo dos quadrinhos, é conhecido não apenas por suas criações revolucionárias, mas também por seu profundo descontentamento com a indústria que ajudou a moldar.

Recentemente, sua decisão de renunciar aos royalties provenientes das adaptações de suas obras, como “Watchmen“, e redirecioná-los para o movimento Black Lives Matter gerou discussões.

O Telegraph teve a oportunidade de esclarecer os detalhes dessa decisão singular e nós trazemos o resumo do que aconteceu para você a seguir.

Alan Moore doa todo o lucro com HQs para o Black Lives Matter

Foto: DC Comics/Reprodução

De acordo com a informação cedida pelo Telegraph, todos os lucros de “Watchmen” vão para o Black Lives Matter, mesmo sem nome nos créditos.

Alan Moore não apenas se recusa a dar consentimento para a adaptação de suas obras, como também abdica de qualquer pagamento subsequente que poderia receber.

Quando questionado sobre essa escolha, ele explicou seu raciocínio:

“Não desejo mais que isso [o dinheiro de royalties] seja compartilhado com eles [com quem trabalhou nas obras adaptadas]. Eu realmente não sinto, com os filmes recentes, que eles tenham mantido o que eu assumi serem seus princípios originais. Então, pedi à DC Comics que enviasse todo o dinheiro de quaisquer futuras séries de TV ou filmes para Black Lives Matter.”

Entenda a decisão de Moore

Para Moore, a forma como suas obras foram interpretadas nas telas de cinema o levou a reconsiderar o destino do dinheiro recebido em royalties.

Assim, em vez de beneficiar a grande indústria que está por trás das adaptações dos seus quadrinhos, ele optou por apoiar o Black Lives Matter, um movimento antirracista que busca combater a violência direcionada às pessoas negras.

Essa escolha é uma extensão de sua visão artística e filosófica. Moore sempre se destacou como um autor comprometido com questões sociais e políticas em suas obras.

Sua decisão de redirecionar os royalties para uma causa que ele considera urgente e significativa reflete seu compromisso com a justiça e a igualdade racial.

Embora suas atitudes em relação à indústria dos quadrinhos possam ser controversas, seu apoio ao Black Lives Matter é um testemunho de como quem tem influência e recursos pode usá-los para promover mudanças sociais.

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'V de Vingança': conheça as inspirações históricas para a HQ e o filme https://multiversonoticias.com.br/v-de-vinganca-conheca-as-inspiracoes-historicas-para-a-hq-e-o-filme/ Sat, 26 Aug 2023 19:18:02 +0000 https://multiversonoticias.com.br/v-de-vinganca-conheca-as-inspiracoes-historicas-para-a-hq-e-o-filme/

Descubra as origens históricas por trás de 'V de Vingança', explorando as conexões entre a HQ, o filme e eventos do passado.

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Nos meandros da cultura pop, “V de Vingança” se destaca como um filme atemporal e de grande renome. Dirigido por James McTeigue em 2005, o clássico aborda a luta de um indivíduo contra um regime autoritário. Porém para traçar as origens da obra, devemos observar tanto a graphic novel (HQ) quanto o filme.

O enredo do filme, fortemente enraizado na história em quadrinhos criada por David Lloyd e Alan Moore, se passa em uma Grã-Bretanha subjugada por um partido neofascista. Qualquer semelhança com a realidade é, mesmo, mera coincidência?

Da máscara de Fawkes à resistência

Em ambos, a figura central é V, representado com maestria por Hugo Weaving. Nos quadrinhos, V personifica um anarquista implacável, ansioso por vingança. Contrastando, o filme humaniza esse anti-herói, destacando sua relação com Evey (interpretada por Natalie Portman).

Fonte: DCM/Reprodução

No filme, os laços entre V e Evey evocam empatia e complexidade, transformando V em algo mais do que um mero agente de revolta. Essa mudança de enfoque gera um conflito entre fascismo e anarquia, cativando o público.

Com esse contexto, “V de Vingança” poderia ser associado à Conspiração da Pólvora de 1605 na Grã-Bretanha, mas a inspiração vai além. Isso porque Alan Moore amalgamou diversos eventos e movimentos políticos anteriores em sua narrativa.

Os fios invisíveis da inspiração

Vários acontecimentos históricos e partidos políticos moldaram essa obra-prima. A Conspiração da Pólvora, liderada por Robert Catesby e personificada por Guy Fawkes, motivou a criação de “V de Vingança”, mas não foi o único elemento.

O colapso dos conspiradores da Pólvora no Parlamento, em 1605, ecoa em V, no enfrentamento do Norsefire. No entanto, o heroico aceitar da morte por V diverge do fim trágico de Fawkes.

Outro fator que influenciou Moore em sua criação foi o nazismo da Segunda Guerra Mundial e a opressão stalinista italiana, além das ondas de xenofobia que o mundo, como um todo, sofreu durante a segunda metade do século passado.

O reflexo na sociedade

V, em sua luta contra a tirania, transcende uma única visão política. O partido Norsefire, antagônico a V, ecoa regimes fascistas do passado, refletindo a preocupação de Moore com a política contemporânea. Neste sentido, o governo de Margeret Thatcher e suas políticas desigualdades ecoaram na trama.

Assim, “V de Vingança” não é simplesmente uma história de vingança, mas uma reflexão sobre a luta contra opressões, independente da época.

“V de Vingança” transcende as fronteiras da ficção, ancorando-se em uma tapeçaria de influências históricas. A história, em sua essência, é um lembrete poderoso de que a resistência diante da opressão é uma narrativa eterna e muito, muito poderosa.

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HQs clássicas chegam ao Brasil após UM SÉCULO de espera; confira os títulos https://multiversonoticias.com.br/hqs-classicas-chegam-ao-brasil-apos-um-seculo-de-espera-confira-os-titulos/ Thu, 22 Jun 2023 22:19:02 +0000 https://multiversonoticias.com.br/hqs-classicas-chegam-ao-brasil-apos-um-seculo-de-espera-confira-os-titulos/

Após uma espera de exatos 25 anos, os leitores brasileiros finalmente têm a oportunidade de revisitar “The Spirit“, um dos mais emblemáticos clássicos dos quadrinhos de todos os tempos. Criado por Will Eisner em 1940, o título teve poucas aparições ao longo dos anos no país, sendo a última delas em 1997. No entanto, em […]

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Após uma espera de exatos 25 anos, os leitores brasileiros finalmente têm a oportunidade de revisitar The Spirit“, um dos mais emblemáticos clássicos dos quadrinhos de todos os tempos.

Criado por Will Eisner em 1940, o título teve poucas aparições ao longo dos anos no país, sendo a última delas em 1997.

No entanto, em um movimento de atualização do mercado de quadrinhos, a editora JBraga celebra os 80 anos de “Spirit” com o lançamento da edição de aniversário que apresenta pequenos contos.

Com o crescimento do setor nos últimos anos, as editoras têm se dedicado mais aos clássicos do gênero.

Foto: Skript/Reprodução

HQs antigas nunca lançadas no Brasil chegarão este ano

E “Spirit” não é a única surpresa para os amantes de HQs, viu? Isso porque outras editoras também estão trazendo mais novidades para quem ama colecionar histórias em quadrinhos e quer revisitar as obras clássicas.

A Figura, uma das editoras que têm se destacado por investir nesse tipo de conteúdo, lançou edições especiais do renomado artista italiano Sergio Toppi.

Agora, eles trazem ao Brasil o material mais antigo do catálogo deles: “Little Nemo”, um clássico das tiras dominicais nos Estados Unidos.

Criada por Winsor McCay, essa obra é amplamente reconhecida como um dos maiores expoentes dos quadrinhos. Com sua primeira publicação datando de 1905, a história acompanha as fascinantes aventuras do jovem Nemo em um mundo de sonhos.

Já a editora Pipoca & Nanquim assumiu um desafio ainda maior e lançou no Brasil o quadrinho “Maxwell, o gato mágico”. O personagem das tiras marcou o início da carreira do renomado autor britânico Alan Moore.

Mas após finalizarem o contrato de publicação, os editores constataram que não possuíam os materiais necessários e, então, iniciaram uma busca junto a outros licenciantes ao redor do mundo, bem como entre os fãs, para recuperar essas preciosas obras.

Publicação de HQs antigas foge do convencional de super-heróis

Ou seja, todo mundo vai sair ganhando com essas grandes novidades que estão chegando para quem consome HQs. Principalmente essas que foram um verdadeiro estouro e sucesso no século 20 e não eram encontradas com tanta facilidade.

Para você saber mais detalhes sobre as HQs que estão chegando, é importante ficar de olho em lojas especializadas e livraria, além de conferir as novidades que chegam aqui, no Multiverso Notícias!

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Descubra por que ‘Monstro do Pântano’ é tão importante para as HQs https://multiversonoticias.com.br/monstro-do-pantano-hqs/ Mon, 20 Mar 2023 19:42:38 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=115744
O Monstro do Pântano

'Monstro do Pântano', de Alan Moore, foi uma revolução para o mundo dos quadrinhos e para aqueles que queriam ser levados a sério como arte!

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O Monstro do Pântano

Apesar de muitos desconhecerem o personagem, os fãs de histórias em quadrinhos (HQ), bem como escritores e desenhistas, sabem que “Monstro do Pântano” é o responsável por uma das revoluções mais importantes no universo das HQs.

A história por trás dessa revolução é relativamente longa, mas nós, do Multiverso Notícias, tentaremos torná-la mais sucinta e compreensível possível.

O Monstro do Pântano“, apesar de ser pouco conhecido, é um dos personagens mais antigos das histórias em quadrinhos, com estreia em 1971.

A história de Alex Olsen fala sobre um cientista que estudava uma fórmula para estimular o crescimento das plantas. No entanto, o seu experimento é sabotado, o que gera uma explosão que acaba matando sua esposa e colocando fogo em si mesmo.

Procurando se salvar, Olsen pula nas águas de um pântano próximo, onde as substâncias em contato com o local acabam modificando o seu corpo, transformando-o em um monstro do pântano.

Enfurecido pela morte de sua esposa, o personagem passa o restante da HQ atrás dos responsáveis pelo acidente. Mesmo que sua história fosse acabar em uma HQ apenas, o sucesso levou à continuação da série.

Entretanto, com a diminuição das vendas, ela foi cancelada. Assim, o personagem permaneceu no esquecimento até o projeto para o seu filme em live-action ser lançado em 1982.

Monstro do Pântano nos cinemas e a revolução nas HQs

Apesar de o filme ter sido de fato lançado, existem muitas polêmicas envolvendo seus bastidores. Mesmo com o bom entendimento entre a equipe responsável pelo filme e seus atores, o real problema foi com a produtora, que restringiu muito o orçamento do filme e modificou diversas partes do roteiro original.

Ainda assim, o diretor e roteirista do filme, Wes Craven, é hoje muito lembrado como um dos grandes nomes do terror, e muitos dos detalhes de seu filme “Monstro do Pântano” são elogiados até hoje.

Mesmo que não tenha sido um grande sucesso, o filme ainda arrecadou o suficiente para ter sua continuação e até mesmo gerar uma série animada. Todo esse sucesso nos cinemas trouxe o personagem de volta para as HQs, agora com o roteirista Alan Moore.

Mesmo que você possa desconhecer o mundo dos quadrinhos, Alan Moore dispensa apresentações, sendo o criador de “V de Vingança”, “Watchmen”, “Batman: A Piada Mortal”, dentre muitos outros sucessos. O importante a se destacar aqui é a época dos quadrinhos em que Alan Moore assumiu “Monstro do Pântano”.

Nesse momento, a revisita ao personagem já estava quase sendo cancelada novamente. Além disso, não tínhamos histórias maduras e adultas como hoje. Tudo isso em grande parte por conta de uma pessoa: Fredric Wertham.

Esse homem era um psicólogo que, nos anos 1950, publicou um livro chamado “Sedução do Inocente”. Nessa obra, o autor informava que a abordagem de temas adultos em HQs corrompia os jovens e tornava-os pervertidos e delinquentes.

Não é necessário dizer que os dados utilizados como fonte pelo “pesquisador” eram completamente falsos, forjados pelo autor para desmerecer a arte dos quadrinhos.

No entanto, isso gerou uma norma para as HQs, conhecida como Comics Code Authority (CCA), a qual aplicava limitações ao que podia ser escrito e desenhado nos quadrinhos.

A mudança feita por Alan Moore e ‘Monstro do Pântano’

Desse modo, Alan Moore assumiu a HQ de “Monstro do Pântano”, e o CCA já não tinha mais tanta influência como antes. Portanto, a edição “Swamp Thing #29” foi a primeira impressa sem o selo de verificação da CCA.

E isso não influenciou negativamente a edição. Pelo contrário, foi um das mais vendidas principalmente para o público adulto. Em declaração, Moore revelou que a intenção disso não era uma violência exagerada ou cenas de sexo a cada página, mas a possibilidade de contar uma história madura e interessante para o público adulto.

Depois disso, nenhuma outra edição de “Monstro do Pântano” teve o selo CCA, e essa liberdade criativa para o roteirista impulsionou outros grandes nomes dos quadrinhos, como Neil Gaiman, que afirmou:

“Parei de ler quadrinhos e meio que desisti da ideia de que você podia fazer grandes HQs tão interessantes, importantes e valiosas quanto qualquer outra mídia. Decidi que eram bobagens para garotos.

Então peguei ‘O Monstro do Pântano’, do Alan Moore, li e entendi que tudo o que havia pensado em fazer nos quadrinhos era possível, porque cá estava esse cara fazendo todas essas coisas. Foi uma revelação para mim”.

Sendo assim, se hoje temos a aclamada mundialmente série de “Sandman”, isso é graças a “Monstro do Pântano”, que revolucionou a indústria dos quadrinhos, mostrando que, sim, eles podem apresentar histórias adultas, com terror, questões morais, reflexão sobre a vida e muitos outros assuntos.

Todas essas questões e a mais do que crescente venda de HQs de tom adulto levaram a DC Comics a criar o selo Vertigo. Nesse selo, vemos histórias como a do próprio Sandman, a do adorado John Constantine, Hellblazer, dentre muitos outros. Tudo isso se deve a Wes Craven e a Alan Moore, por sua contribuição em “Monstro do Pântano”.

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Alan Moore já quis injetar LSD em pessoas, porém desistiu https://multiversonoticias.com.br/alan-moore-ja-quis-injetar-lsd-em-pessoas-porem-desistiu/ Tue, 01 Nov 2022 22:21:13 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=64954

Parece que o lendário escritor de quadrinhos Alan Moore quase decidiu ir a fundo e viver uma experiência semelhante ao que normalmente ocorreria nas HQs: fazer milhares de pessoas beberem um poderoso líquido com poderes alucinógenos. A razão para isso, de acordo com ele, era “iluminar as pessoas”. Para aqueles que desconhecem, Alan Moore é […]

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Parece que o lendário escritor de quadrinhos Alan Moore quase decidiu ir a fundo e viver uma experiência semelhante ao que normalmente ocorreria nas HQs: fazer milhares de pessoas beberem um poderoso líquido com poderes alucinógenos. A razão para isso, de acordo com ele, era “iluminar as pessoas”.

Para aqueles que desconhecem, Alan Moore é um escritor de histórias em quadrinhos que foi responsável por produzir narrativas como “Saga do Monstro do Pântano”, da DC, e a história de sucesso “Batman: A Piada Mortal”.

As duas narrativas conseguiram receber reconhecimento graças aos seus detalhes próprios.
Porém, Alan Moore passou a ser mais famoso entre o público atual graças às suas histórias exclusivas, popularmente conhecidas por irem contra todo o mar de histórias coloridas e heroicas, características que fazem parte das HQs de super-heróis.

E, graças a esses temas peculiares, Alan Moore foi levado a quase injetar LSD enquanto estava em um reservatório. Mas, além de quadrinhos nada convencionais, Moore é popular por escrever narrativas críticas sobre a sociedade. Sua maneira de realizar tais críticas é por intermédio de anti-heróis e com o lado obscuro da busca pela igualdade.

“Watchmen” e “V de Vingança” são exemplos de seus trabalhos originais mais populares e reconhecidos dentro da sociedade ​​e ambas as produções possuem a função de questionar o modo como tratamos a sociedade, o governo e o capitalismo, incluindo também a maneira como tratamos um ao outro. Tudo isso de uma forma que os quadrinhos nunca haviam abordado anteriormente.

Suas produções gráficas possuem a característica de serem facilmente vistas e consideradas como literatura, e isso acontece pelo motivo de que tais obras desencadeiam um pensamento crítico relacionado à maneira como enxergamos e vivemos nossas vidas.

Podemos ver os pontos mencionados anteriormente claramente em “Watchmen“, onde Alan Moore e o coautor Dave Gibbons analisam a vida de “vigilantes mascarados”. Um grupo de homens e mulheres que decide se vestir com fantasias de spandex para sair e impedir que o crime ocorra.

Dentro dessa história, há personagens como uma heroína desiludida, a qual está cansada. Além dela, há um homem superpoderoso que conseguiu se reconstruir após passar por um processo físico doloroso que não deu certo e um herói que reúne as aventuras que viveu anteriormente, incluindo um detetive anti-herói de poucas palavras. A ideia central desse grupo é conseguir iluminar o povo em uma grande escala.

No que se refere ao fato de Alan Moore quase ter injetado LSD nas pessoas, ele admite:

“Felizmente, antes que eu pudesse implementar isso, eu cresci e percebi que seria uma ideia terrível. Mas a ideia de iluminar as pessoas como forma de mudar a sociedade provavelmente permaneceu como minha diretriz mais forte.”

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Alan Moore confessa que quer iluminar a mente das pessoas https://multiversonoticias.com.br/alan-moore-confessa-que-quer-iluminar-a-mente-das-pessoas/ Tue, 01 Nov 2022 15:24:44 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=64785

Não há nenhuma dúvida que Alan Moore é considerado um dos mais populares criadores de histórias em quadrinhos. No entanto, muitas vezes, suas ideias acabam fugindo um pouco do comum. Isso pode ser visto nitidamente em uma entrevista que ele recentemente participou, na qual ele alegou ter cogitado a ideia de pegar um enredo de […]

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Não há nenhuma dúvida que Alan Moore é considerado um dos mais populares criadores de histórias em quadrinhos. No entanto, muitas vezes, suas ideias acabam fugindo um pouco do comum.

Isso pode ser visto nitidamente em uma entrevista que ele recentemente participou, na qual ele alegou ter cogitado a ideia de pegar um enredo de coringa para clarear a mente das pessoas.

Alan Moore já anunciou a todos que está prestes a se aposentar em escrever histórias em quadrinhos, porém, isso não irá impedi-lo de continuar disponibilizando-as de forma mais abrangente.

O início da carreira de Moore ocorreu quando passou a escrever e criar quadrinhos britânicos e chegou a trabalhar na Marvel UK, um setor ramificado dos Studios Marvel. Porém, Moore acabou encontrando mais sucesso ao publicar suas histórias na revista Warrior.

Contudo, somente depois que ele passou a escreveu “Watchmen e Superman: For the Man Who Has Everything to Follow” que, finalmente, sua carreira decolou.

No entanto, conforme Alan Moore compartilhou durante a entrevista com Sam Leith do The Guardian, ele não está mais impedido por suas barreiras limitantes para atingir um único alvo, mas agora ele se encontra livre para mudar de opinião, principalmente no que se refere a reservatórios de água.

Veja abaixo um trecho da entrevista de Moore

Provavelmente sou um membro praticamente não reconstruído da esquerda psicodélica de 1970, onde a agenda era justa: vamos deixar o LSD nos reservatórios e, assim, iluminar a todos. Felizmente, antes que eu pudesse implementar isso, eu cresci e percebi que seria uma péssima ideia.

Mas, no entanto, a ideia de iluminar as pessoas como uma forma de mudar a sociedade provavelmente permaneceu minha diretiva mais forte.

Embora a ideia possa ser compreensivamente drástica, é muito semelhante aos planos do Coringa. A hipótese de transformar a mentalidade da sociedade por meio da clareza nunca foi tão vista como em Moore e David Lloyd’s em V For Vendetta.

Na narrativa, temos a figura central chamada V, quase todos os acontecimentos que ocorrem são para gerar mudanças por meio de esclarecimento.

Em “From Heel”, história criada por Moore e Eddie Campbell, acontece algo semelhante que nos surpreende de forma assombrosa, pois o personagem de Sir William Gull também está desejoso em mudar a sociedade, porém ao contrário do que pensamos seu intuito era maléfico, maldoso, onde a guerra contra o machismo era totalmente ignorada.

O protagonista estava completamente disposto a matar Jack, o Estripador, pois de acordo com suas crenças, isso seria suficiente para impedir o avanço da emancipação das mulheres.

Aqui, no ponto de vista de Moore, Gull não está esclarecendo a mente das pessoas, mas está mudando elas para não conseguirem ser iluminadas.

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Minissérie da HBO, ‘Watchmen’, é detonada por seu criador; saiba mais https://multiversonoticias.com.br/minisserie-da-hbo-watchmen-e-detonada-por-seu-criador-entenda/ Tue, 25 Oct 2022 16:43:15 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=63648

Talvez, atualmente, Alan Moore possa ser o escritor de quadrinhos mais aclamado ainda em vida, com um currículo incrível que inclui alguns marcos culturais, como “Watchmen“, “V de Vingança” e a aclamada história do Homem de Aço, “Whatever Happened to the Man of Tomorrow?”. Ele também é notavelmente meio que desinteressado por qualquer adaptação que seja […]

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Talvez, atualmente, Alan Moore possa ser o escritor de quadrinhos mais aclamado ainda em vida, com um currículo incrível que inclui alguns marcos culturais, como “Watchmen“, “V de Vingança” e a aclamada história do Homem de Aço, “Whatever Happened to the Man of Tomorrow?”. Ele também é notavelmente meio que desinteressado por qualquer adaptação que seja feita sobre o seu trabalho e é capaz de dizer isso para qualquer um.

De acordo com uma entrevista recente na GQ, Alan Moore chegou ao ponto de enviar uma carta a Damon Lindelof dizendo, em termos bem claros, que não queria ver mais nada relacionado à minissérie da HBO que é baseada em “Watchmen”, acrescentando ainda que jamais Lindelof deveria procurá-lo novamente.

Ao que tudo indica, Alan Moore recebeu um pacote que continha uma espécie de avental de churrasco azul com um símbolo de hidrogênio na frente, o que presumivelmente seria uma referência ao Doutor Manhattan de “Watchmen”. No pacote, havia ainda uma carta de Damon Lindelof a quem ele se refere como o “showrunner da adaptação de televisão de ‘Watchmen’”.

Moore disse que não estava ciente da referida adaptação naquele momento e achou o tom neurótico e divagante da carta de muito mau gosto. Ele também comentou:

“Voltei com uma resposta muito abrupta e provavelmente hostil dizendo a ele que eu achava que a Warner Bros. estava ciente de que eles nem nenhum de seus funcionários não deveriam entrar em contato comigo novamente por qualquer motivo.

Expliquei que havia repudiado o trabalho em questão e, em parte, porque a indústria cinematográfica e a indústria de quadrinhos pareciam ter criado coisas que não tinham nada a ver com meu trabalho, mas que seriam ser associados a ele na mente do público. Eu disse: ‘Olha, isso é embaraçoso para mim. Eu não quero nada com você ou com seu show. Por favor, não me incomode novamente’.”

Dado que Damon Lindelof é considerado um dos produtores e escritores de televisão mais poderosos do mundo, é bem surpreendente que alguém o rejeite em um tom tão hostil como esse. Pelo menos, esse seria o caso de qualquer um, exceto Alan Moore, que tem sido bem aberto sobre sua desilusão e antipatia pelas indústrias de quadrinhos e cinemas por muitas décadas.

Embora ele pareça também ser bem rabugento, é válido dizer que ele tem sido um defensor vocal dos direitos dos artistas na indústria de quadrinhos que, historicamente, não tem sido muito equitativa para as pessoas que criam esse tipo de conteúdo.


A série “Watchmen”, da HBO, criada por Damon Lindelof, foi aclamada pela crítica e pelo público, mas aparentemente tudo indica que ele entendeu a mensagem, já que Alan Moore não recebeu os créditos por isso.

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Alan Moore critica filmes de herói mais uma vez! Saiba mais! https://multiversonoticias.com.br/alan-moore-critica-filmes-de-heroi-mais-uma-vez-saiba-mais/ Thu, 13 Oct 2022 22:47:08 +0000 https://multiversonoticias.com.br/?p=61266

Recentemente, Alan Moore, considerado um dos principais nomes relacionados a história dos quadrinhos, passou a criticar duramente o modo como as produções cinematográficas inspiradas no universo dos heróis é recebida pelo público. Ele é responsável por desenvolver grandes clássicos, como, por exemplo, “Watchmen” e “Superman: O Que Aconteceu ao Homem de Aço”. De acordo com […]

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Recentemente, Alan Moore, considerado um dos principais nomes relacionados a história dos quadrinhos, passou a criticar duramente o modo como as produções cinematográficas inspiradas no universo dos heróis é recebida pelo público. Ele é responsável por desenvolver grandes clássicos, como, por exemplo, “Watchmen” e “Superman: O Que Aconteceu ao Homem de Aço”.

De acordo com sua visão, nos dias de hoje, a “infantilização” por parte dos fãs tem um envolvimento político, o qual tem se tornado muito preocupante. “Essa busca por tempos mais simples, realidades mais simples – isso normalmente é um precursor do fascismo”, alegou Moore durante uma entrevista feita à Variety.

A crítica proveio de uma preocupação relacionada com o fato de que muitos adultos estão correndo para os cinemas e fazendo grandes filas para conferir personagens e situações que haviam sido criadas para entretenimento de crianças na faixa etária dos 12 anos, e para ele, as histórias sempre foram voltadas para garotos.

A noção de que os gibis de super-heróis são direcionados ao público adulto está vindo de uma compreensão equivocada vindo diretamente do movimento de desconstrução do gênero, evento que se sucedeu durante os anos 80 – e segundo ele, ele possui uma certa parcela de culpa por tudo isso.

“Haviam várias manchetes dizendo “Os quadrinhos ficaram adultos”. Acho que não, os quadrinhos não ficaram adultos. Havia alguns títulos que eram mais maduros do que as pessoas estavam acostumadas, mas a maioria dos gibis eram praticamente os mesmos de sempre.” Comentou. “[O movimento] não era os quadrinhos crescendo, acho que era mais os quadrinhos encontrando a idade emocional do público vindo na direção oposta”.

Mas, embora ele esteja expressando seus pensamentos em relação ao cenário atual e toda a exploração do meio, Moore complementou que continua totalmente apaixonado pelas histórias em quadrinhos – bom, quer dizer, pelo menos até certo ponto.

E, finalizou dizendo a seguinte frase: “Sempre amarei gibis, mas a indústria dos quadrinhos e todas as coisas ligadas a ela se tornaram insuportáveis”.

Comenta aqui embaixo e compartilhe sua opinião conosco a respeito do posicionamento de Alan Moore. Você realmente concorda com essa visão, se sim, por quê?

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